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O que você faz com seu dinheiro?

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postado em 14/09/2012 15:28 / atualizado em 14/09/2012 15:40

Dinheiro não dá em árvore, mas se você souber guardar, planejar e usar com cuidado, é possível fazer notas e moedas frutificarem. Mas também é preciso gastar para comprar coisas que você gosta ou precisa, por isso, não é possível guardar tudo no cofrinho. Confira as dicas de alunos do ensino fundamental que têm aulas de educação financeira para usar o dinheiro direitinho!

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Sabrina Braga, a consumidora arrependida

10 anos – Mesada: R$ 20

Sabrina Braga costuma comprar brinquedos com o dinheiro que ganha todo mês e guarda a maior parte para ter um carro no futuro. Mas, quando gasta além da conta, bate o peso na consciência:

— Eu me arrependo de ter comprado algumas coisas, pois nem uso mais, e poderia ter guardado aquele dinheiro.

Avaliação:
para não ficar com a consciência
pesada, o jeito é pensar duas vezes antes de
comprar. Também vale conversar com os amigos
ou com os pais e esperar alguns dias para ver se
o desejo de comprar permanece.

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Leonardo Muhammad, o precavido
10 anos – Não ganha mesada

Quando precisa de dinheiro, Leonardo pede para algum dos oito familiares que moram com ele. Depois de ler Quem quer dinheiro?, ele se considera um bom consumidor:

— Meu sistema é parecido com o do livro, que sugere que as pessoas guardem, no mínimo, uma quantia igual a que vão gastar. Tem que usar o dinheiro com cuidado. As pessoas não podem só gastar, tem que poupar também.

Avaliação: Leonardo é um exemplo nato de boa educação financeira. O ideal a ser feito é realmente guardar o mesmo tanto de dinheiro que vai gastar.

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Beatriz Lustosa, sem-mesada
10 anos – Não ganha mesada

Beatriz ganha dinheiro para comprar lanche na escola todo dia. E não tem mesada porque não quer. Guarda todo o dinheiro que ganha em quatro cofrinhos no quarto dela:

— Prefiro não ganhar mesada porque aí posso pedir para meus pais comprarem coisas para mim na hora que eu quiser.

Avaliação:
não ganhar mesada é muito cômodo, porque a Beatriz ganha tudo o que quer, não tem limites. Só recebendo mesada a criança aprende a administrar o dinheiro e a ter limites.

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Luna Sampaio, a negociadora

10 anos – Mesada: não revelada

A mesada de Luna é beeeem gorda. Ela quase não gasta e costuma apenas guardar o dinheiro. Depois de ler A árvore dos sonhos, ela viu que é importante gastar também. Uma das habilidades de Luna é pechinchar:

— Aprendi com minha mãe, que é empresária, a barganhar. Quando fui à praia, consegui comprar um cachorro de brinquedo que custava R$ 15 por apenas R$ 5.

Avaliação: pechinchar é uma forma de fazer o dinheiro render. Pesquise preços, compare e negocie antes de comprar. Não precisa ter vergonha de pedir desconto, tem que ter vergonha é de não saber usar bem o dinheiro.

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Henrique Telles, o avaliador
10 anos – Semanada: R$ 20

Henrique adora estudar matemática e sabe administrar bem seu dinheiro. Para economizar, prefere levar lanche de casa para a escola, em vez de comprar comida na cantina:

— Eu comprei até uma televisão com meu dinheiro, e nem ganho tanto assim. A dica é não gastar sem pensar, tem que avaliar bem antes de comprar alguma coisa.

Avaliação: é muito inteligente levar o lanche de casa em vez de comprar na cantina: pode ser tão gostoso quanto e ainda economiza. Parabéns, Henrique!

 (Bruno Peres/CB/D.A Press) 

Arthur de Menezes, o consumista
10 anos – Mesada: R$ 100

Arthur de Menezes admite que gosta de comprar. Com a mesada de R$ 100 que recebe do avô e os R$ 20 que ganha do pai para comprar lanche toda semana, ele realizou sonhos de consumo.

— Ano passado, juntei a mesada de todos os meses e comprei um iPad. Normalmente, eu sempre compro alguma coisa que eu quero no fim do ano. Este ano fiz diferente, estou pagando um iPhone à prestação.

Avaliação: Arthur está de parabéns por ter conseguido juntar a mesada por um ano inteiro! Fica o conselho de que não vale a pena comprar à prestação por causa dos juros. Quem paga à vista, sempre paga mais barato.

*Avaliações feitas pelo consultor financeiro Álvaro Modernell

Turma do 5º ano do Colégio Presbiteriano Mackenzie

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