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Confira levantamento completo das escolas com atividades extracurriculares

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postado em 26/10/2012 06:00 / atualizado em 26/10/2012 16:06

Verônica Machado

Mariana Raphael/Esp. CB/D.A Press


As instituições de ensino ofertam conhecimentos que vão além do tradicional português e matemática. Os estudantes agora se dedicam também à educação financeira, à gastronomia, ao xadrez e a outras disciplinas incomuns para uma grade curricular. O objetivo é preparar as crianças para a vida profissional e para lidar com os desafios do cotidiano. Resultado: os alunos gostam da variedade, os pais exigem capacitação e os colégios lucram. Especialistas afirmam que as tarefas diferentes são boas para o desenvolvimento dos estudantes, mas exigem atenção para não serem excessivas.

O Correio fez um levantamento com 270 escolas particulares do Distrito Federal - de creche ao Ensino Médio - e verificou que 82% delas têm atividades que não constam da grade curricular obrigatória do Ministério da Educação. O Plano Piloto é a região administrativa com mais colégios nessa situação (41), seguido por Taguatinga (36). Judô, natação, futsal e caratê são as atividades mais ofertadas na área de esportes. Em artes, o balé ganha disparado, com 41% dos colégios. Depois, vem música (21%).

Confira o levantamento completo:



*O Centro Educacional Católica de Brasília informou, após a publicação da edição impressa, que oferece outras atividades extracurriculares: balé, ginástica artística, ginástica ritmica, judô, caratê, capoeira, xadrez, animadores de torcida, basquete, futebol, futsal, handbol, natação, atletismo.

A sondagem também constata a quantidade de oferta das disciplinas de inglês, espanhol e informática - além de verificar a existência de cursos excêntricos. Os estudantes podem aprender culinária, fazer hortas, atuar no circo, entender sobre finanças, falar francês e se expressar em libras, construir robôs, praticar ioga, pilates, empreender, conhecer detalhes de fotografia, ética e filosofia. Ainda há fôlego para aulas de educação sexual, tecnológica e ambiental. Acredite: a lista se estende.

Larissa Matos, 17 anos, faz fotografia na escola. Ela se divide entre as aulas do 3º ano do Ensino Médio na sala de aula e a máquina fotográfica pelas ruas. A oficina é opcional na escola - e de graça."Lá, examinamos fotos, aprendemos como funciona a câmera e suas funcionalidades", explica. A atitude do colégio tem um objetivo além: proporcionar conhecimentos para a vida profissional. "Quero fazer comunicação organizacional na faculdade e sei que nessa área vou precisar saber o básico de fotografia", analisa.

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