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Colégios tinham se preparado para se adequar às modificações no ensino

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postado em 14/02/2013 10:36 / atualizado em 14/02/2013 17:57

Mariana Laboissière

Publicação: 14/02/2013 04:00

Elza de Oliveira, com as duas filhas:  
Elza de Oliveira, com as duas filhas: "Eu nunca ouvi falar nisso"

Na manhã e tarde de ontem, a reportagem percorreu quatro das cinco regionais onde as mudanças na educação básica estavam previstas. No Centro Educacional 1 (CE1), no Guará 2, dos 1,2 mil alunos matriculados na unidade, 400 estão no ensino médio e, pela previsão inicial do GDF, passariam para o sistema de semestralidade. “O cronograma está montado”, explicou o diretor Eustáquio Pessoa Júnior, antes de saber que o governo decidiria adiar as medidas, possivelmente para 2014.

No Centro de Ensino Médio 111, no Recanto das Emas, a direção também se preparou para o início do ano letivo com as mudanças sinalizadas pelo governo. Dos 2,1 mil alunos, 86% poderiam ser enquadrados no modelo da semestralidade. Tanto a distribuição de turmas como a divisão de professores nas classes e do planejamento dos projetos foram pensados para atender o novo modelo de ensino. A situação se complica, diante do recuo do governo quanto ao início das mudanças. É o que explicou o diretor da unidade, Paulo Vinícius Soares Sanches. “Se isso acontecesse, teríamos que começar tudo do zero”, disse, à tarde, antes do anúncio do GDF.

Na mesma cidade, a dona de casa Elza Maria de Oliveira, 38 anos, tem duas filhas matriculadas em unidades da rede. Teoricamente, as duas iniciariam o ano letivo com as mudanças que foram anunciadas. No entanto, a mãe não sabe dizer se as escolas das filhas Dayane Magalhães, 18 anos, e Thais Gomes, 8 anos, vão passar pela transição prevista, agora, para 2014. “Eu nunca ouvi falar nisso”, ressalta Elza.

 

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