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Surdos, professores e pais exigem criação de escola bilíngue

Após breve protesto em frente à Secretaria de Educação, comunidade foi convidada para reunião no auditório do local

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postado em 20/06/2013 11:15 / atualizado em 20/06/2013 13:38

Professores, pais e deficientes auditivos estiveram em manifesto pela criação da Escola Bilíngue para surdos, na manhã desta quinta-feira (22/6), em frente ao Edifício Phenícia, no Setor Bancário Norte, onde funciona a Secretaria de Educação do Distrito Federal. Eles exigem a regulamentação da lei número 5.016, publicada em 11 de janeiro deste ano, e que prevê a construção de uma instituição pública de ensino em Língua de Sinais Brasileira (Libras) e língua portuguesa escrita no DF.

A professora da Secretaria de Educação Sandra Nascimento, que esteve no local, afirma que cerca de 200 pessoas da Comunidade Surda de Brasília carregavam cartazes, apitos e vestiam camisas do movimento. Ela relata que, após alguns minutos, os manifestantes foram convidados para subir até o auditório do local, onde se reuniram com o professor Antônio Leitão, da Coordenação de Educação Inclusiva (Coedin), o deputado distrital Wellington Luiz (PMDB-DF), representantes do Sindicato dos Professores do DF, a subsecretária de educação básica Sandra Zita e assessores do deputado distrital Chico Leite (PT-DF) e do secretário de educação, Denílson Bento da Costa.

"Já se passaram 90 dias após a publicação da lei e nada foi feito. Porém, fomos comunicados de que o governador do DF deve assinar o decreto de regulamentação da lei nos próximos dias e que a expectativa é de que a escola funcione a partir de 1º de Agosto", diz Sandra. Amanhã haverá uma reunião com a Comunidade Surda, às 14h, na Escola Classe 21 de Taguatinga, local onde se pretende construir a Escola Bilíngue.
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