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Querido Papai Noel

Quer ser um ajudante do Bom Velhinho? Então, adote uma cartinha da campanha dos Correios. E assegure um Natal mais feliz para muitas crianças!

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postado em 25/11/2013 10:34 / atualizado em 25/11/2013 10:38

Ana Paula Lisboa

Bruno peres
Há 24 anos, os brasilienses “adotam” cartinhas enviadas por crianças carentes para o Papai Noel dos Correios e se tornam madrinhas ou padrinhos de Natal. Em 2012, quase 10 mil cartas foram atendidas no Distrito Federal e, em 2013, 12 mil cartas de crianças de 21 escolas estão disponíveis para serem adotadas. Os estudantes contam com a solidariedade da população para ganhar prêmios pelo bom comportamento. Este é o segundo ano em que alunos da Escola Classe Olhos d’Água, numa área rural de Sobradinho, escrevem para o Bom Velhinho dos Correios.

Luan Henrique Félix, 10 anos, Ashley Araújo e Milane Aragão, 8, João Victor Fernandes, Mirislenhe Aragão e André Luiz dos Santos, 7, estão na expectativa após o envio das cartas. Ano passado, João Victor ficou radiante ao ganhar um patinete e adianta os itens da lista natalina:

— Pedi material de construção para ajudar a minha mãe a erguer nossa casa, um helicóptero de controle remoto e um kit do Flamengo.

Ashley ainda comemora os ganhos do ano passado:

— Foi muita coisa: um notebook de brinquedo, duas mochilas com material escolar e cesta básica.

Os mimos recebidos por Milane também foram ricos:

— Ganhei três mochilas, três sapatilhas e um par de patins, foi muito mais do que pedi. Fui uma boa menina, tirei boas notas e mereço ganhar presente este ano.

Todo Natal, a família de Luan comemora com um baita churrasco e, para deixar a ocasião ainda mais feliz, ele quer ganhar um novo amigo:

— Pedi um carrinho e um cachorro, mas espero que o Papai Noel não me traga um de plástico. Não sei se fui um bom menino, mas até se ele me trouxer carvão, vai ser bom porque uso para assar carne.

Mirislenhe nunca ganhou um presente de Natal:

— Eu não sei se acredito em Papai Noel, mas, se ele existir, deve ser bonzinho e legal com as crianças. Na carta, eu pedi uma mochila e um estojinho de maquiagem.

Apesar de nunca ter ganhado presentes natalinos, André está certo de que chegou a vez dele:

— Eu acredito no Papai Noel e acho que vou ganhar o carrinho de controle remoto que pedi.
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