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Cuidado com as indicações de lojas

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postado em 17/01/2014 12:36 / atualizado em 17/01/2014 13:26

Além de exigir o plano de execução, que deve especificar qual o destino de todos os itens pedidos na lista serão usados, os pais devem ficar atentos às indicações de estabelecimentos comerciais. De acordo com diretor-geral do Procon-DF, Todi Moreno, a escola não pode sugerir a papelaria para a compra dos materiais. “Em alguns casos, essas indicações são até para lugares mais caros”, alerta. Segundo ele, os fiscais do Procon estão nas ruas e multarão as escolas que não cumprirem as exigências das leis.

A pedagoga Viviane Regina Jacobina, 34 anos, não teve opção. Os uniformes das filhas só puderam ser comprados em uma loja, e os livros didáticos são produzidos pela instituição de ensino. A pechincha só foi possível para os itens de papelaria. “Percorri quatro estabelecimentos diferentes, deu uma diferença de 30%. Porém, nos outros casos, não tive escolha”, lamentou. Com três filhas, Viviane gastará R$ 6 mil. Danielly,13, está no sétimo ano, Raphaela, 9, cursará o terceiro, e Ana Vitória, 1, vai para o maternal.

A lista do Procon traz ainda materiais que são considerados coletivos, como a resma de papel, que só deve ser comprada se o plano de execução convencer os pais. Um outro alerta é para a qualidade dos itens. Apesar de a pesquisa trazer diferenças gritantes de preço, como um estojo que custa R$ 2,90 em uma papelaria e R$ 38,35 em outra, é necessário observar o tipo de material. “Uma marca melhor será mais cara. Não adianta o pai optar por um lápis mais barato que quebra a todo instante. Um lápis melhor pode render mais durante o ano letivo. É preciso analisar isso também”, ponderou Luis Claudio Megiorin.

 

 

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