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postado em 29/01/2015 13:06 / atualizado em 29/01/2015 13:08

Antonio Cunha
De volta aos livros


Quem não foi aprovado na última edição do Programa de Avaliação Seriada da Universidade de Brasília (PAS/UnB) não pode perder o ânimo e deve começar a planejar os estudos logo. O mesmo vale para aqueles que não conseguiram uma vaga pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu) esta semana e pretendem participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015 e de outras seleções no meio do ano.

O primeiro passo é avaliar os erros cometidos na prova passada e identificar os conteúdos em que teve mais dificuldade para, depois, revisá-los. O cronograma de estudos deve levar em consideração a quantidade de questões que costumam ser cobradas em cada disciplina. Matemática e português, por exemplo, são as duas com maior número de itens na prova do Enem; por isso, é preciso reservar um tempo proporcional para estudá-las. O aluno que focar os estudos no vestibular do meio do ano da Universidade de Brasília (UnB) pode aproveitar o aprendizado, posteriormente, no Enem, caso não seja aprovado.

A redação, vilã de muitos dos candidatos da última edição do Enem, deve ser treinada uma ou duas vezes na semana, sugere o professor de português William Roberto Cereja, autor de livros didáticos. “O estudante precisa ler artigos de opinião, editoriais, reportagens, críticas de arte e obras literárias, que levam à reflexão e à ampliação do vocabulário”, completa.

Outra dica do especialista é exercitar diferentes gêneros do discurso — como relato, poema e anúncio publicitário —, e não apenas o texto argumentativo que é pedido no Enem. Na hora de revisar a gramática, ortografia, uso da crase, concordância, regência e colocação pronominal não podem ficar de fora.

Letícia Rodrigues, 18 anos, retomou os estudos este ano, pois não foi aprovada no PAS, nem no Enem. “Quero fazer medicina, preciso de uma preparação muito além da que eu tenho”, conta. Além do Enem 2015 e do vestibular da UnB, ela vai prestar provas na Escola Superior de Ciências da Saúde (ESCS) e em instituições públicas de outras regiões do país. Para passar, ela pretende se dedicar ainda mais aos estudos e montar um cronograma com as principais disciplinas.

Volta às aulas
Cuidados no uso da mochila

O ano letivo começou e um dos cuidados importantes a serem observados é na hora de usar mochila. O ortopedista Jamil Soni, presidente do Comitê de Ortopedia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot), explica que o estudante deve carregar entre 7% e 10% do próprio peso corporal. Se optar por uma com alças, é preciso carregá-la bem ajustada ao corpo e com o volume concentrado na região lombar. Os modelos com rodinha podem aliviar a sobrecarga nas costas, mas também representam risco de lesões se não forem usados de maneira adequada, ou seja, com a alça na altura e à frente do quadril, nunca atrás, para não causar rotação na coluna. Confira mais dicas e mitos sobre a mochila escolar no site www.correiobraziliense.com.br/euestudante.

10%

É a porcentagem máxima do próprio peso corporal que a criança pode carregar

Tecnologia
Conectados na escola

Para muitos estudantes, a internet parece ter facilitado as pesquisas escolares. Copiar e colar textos de sites, no entanto, atrapalha o rendimento. A sugestão da diretora do Sistema Anglo de Ensino, Tania Fontolan, é buscar páginas confiáveis na hora de fazer os trabalhos, como as de museus e de universidades, sempre de olho na credibilidade do gerador do conteúdo. Sites que trazem textos replicados repetidas vezes na web, por exemplo, são suspeitos. “É preciso saber usar essa ferramenta e ter discernimento para que ela não se transforme em armadilha”, alerta. E, é claro, é preciso controlar o acesso a jogos e redes sociais. “Na escola, o aluno não pode ver esse equipamento da mesma forma que o vê nos momentos de lazer”, conclui.

Participe!
Olimpíada de matemática

Alunos de escolas públicas poderão se inscrever na 11ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep), a partir de 23 de fevereiro. Para disputar, é preciso estar matriculado entre o 6º e o 9º ano do ensino fundamental ou no ensino médio. Os estudantes farão duas séries de testes — em 2 de junho e 12 de setembro. Informações pelo site www.obmep.org.br.

Intercâmbio
Comece a pesquisar

Estudantes que têm vontade de cursar o high school — equivalente ao ensino médio no Brasil — podem começar a pesquisar. O primeiro passo é escolher o idioma e, então, decidir o destino. É importante, ainda, ficar de olho nas datas do ano letivo. No Hemisfério Norte, as aulas começam entre agosto e setembro. “O ideal seria se programar com seis meses ou mais de antecedência”, explica Marcelo Albuquerque, diretor executivo da IE Intercâmbio.
A fluência no idioma não é obrigatória, mas o especialista destaca que é preciso ter noções da língua estrangeira, além de boas notas na escola. A United World College (UWC) oferece bolsas todos os anos para alunos de quase 15 países. As vagas são divulgadas no endereço uwc.org.br. O site www.estudarfora.org.br, da Fundação Estudar, e o www.vivamundo.com.br também reúnem dicas e oportunidades para quem pretende ir para o exterior.

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