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Correio Braziliense

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Alunos do RJ apresentam projetos educativos em torneio de robótica

Equipes do Liceu Franco-Brasileiro vão apresentar kit para crianças com autismo e jogo sobre programação de dados em competição que será realizada no próximo fim de semana (14 e 15/3), em Brasília

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postado em 11/03/2015 17:44

Liceu Franco Brasileiro/divulgação
As equipes FrancoDroid e FrancoStorms, do Colégio Liceu Franco-Brasileiro (RJ), estão entre as 60 equipes selecionadas para o torneio de robótica First Lego League (FLL) – programa internacional voltado para crianças de 9 a 16 anos com o objetivo de despertar o interesse dos estudantes para o mundo da ciência e tecnologia no ambiente escolar. O evento, última etapa antes da competição mundial World Festival, será realizado entre os dias 13 e 15 de março em Brasília.

Os critérios de avaliação do torneio são: design de robô, projeto de pesquisa, desafio do robô e cores values - promoção de competição amigável e trabalho em equipe.O autismo infantil no ambiente escolar foi o tema escolhido pelo time FrancoDroid. Os alunos desenvolveram um kit educativo, Cor&Ação, que estimula a percepção e interação da criança a partir das cores e o aprendizado por meio de ação e repetição. Para atender ao desafio, foi considerado o modo diferente dos autistas de aprender, organizar e processar as informações.
 
"O grupo concluiu que o método ideal para ensinar a criança autista é através de exercícios baseados na repetição e no desenvolvimento do concreto para o abstrato. Para isso, uma maleta foi criada, sendo um kit escolar, com atividades que estimulam o aprendizado efetivo e não apenas a memorização das cores. Um especialista, um professor ou orientador poderá manipular as peças com muita facilidade, de uso e de armazenamento.", explica Rosângela Nezi, orientadora do curso de robótica do Franco.
 
Já os alunos da FrancoStorms receberam o desafio "Como aprender ciência da computação fora da caixa?", com a proposta de descomplicar atividades de programação de dados. "Com o jogo Labirinto do Suricato, os códigos, antes barreiras tecnológicas limitadas e para poucos, representam agora uma linguagem de dados compreensível para a criança. O projeto permite ao aluno, por exemplo, montar seus próprios códigos e, intuitivamente, aprender conceitos de lateralidade, sequencialidade, reconhecimento de imagem, programação, condição e repetição.", diz Rosângela, acrescentando que as tarefas e os objetivos mudam conforme o grau de compreensão do jogador.
 
A proposta é de um jogo em forma de tapete por onde o jogador deverá andar driblando obstáculos em um safári e completar um percurso de um ponto de saída até o ponto de chegada. Para isso, deverá criar um código através de símbolos comuns de trânsito para executar a sua missão. Existem missões para ser concluídas e a aprendizagem acontece progressivamente através de fases.

O torneio é iniciativa do grupo dinamarquês Lego e da organização americana For Inspiration and Recognition of Science and Technology (First). A competição é realizada em mais de 80 países, com 200 mil competidores por ano. No Brasil, o campeonato é realizado há dez anos. Desde 2013, o evento nacional é organizado pelo Serviço Social da Indústria (Sesi). Mais informações no www.portaldaindustria.com.br/sesi/canal/torneio-robotica-sesi.


Visite!
A visitação ao torneio é aberta ao público no sábado e no domingo, das 10h às 17h. O evento é realizado no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, no Setor de Divulgação Cultural do Eixo Monumental.

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