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Correio Braziliense

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Alunos de Sobradinho aprendem sobre a preservação da água e do Cerrado

Cerca de 400 estudantes do CEF 1 de Sobradinho participam nesta quinta-feira de oficinas ministradas pelo projeto Semeando o Bioma Cerrado

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postado em 13/05/2015 20:59 / atualizado em 13/05/2015 21:21

As aulas desta quinta-feira (14) no Centro de Ensino Fundamental 1 de Sobradinho (CEF 1) serão diferentes. Os 400 alunos, que tem entre 12 e 17 anos, terão 12 oficinas que ensinaram sobre a água, o impacto dela no cotidiano e os cuidados que este recurso natural exige. As atividades serão ministradas pelo projeto Semeando o Bioma Cerrado da Rede de Sementes do Cerrado e fazem parte do programa Semana de educação para a vida. O evento ocorre de 7h30 até às 17h.

Divulgação/Gabriel Rosa
O objetivo das oficinas é mostrar na prática o que é cultura ambiental, considerando que é preciso manter uma relação harmoniosa com todo o meio ambiente. “É preciso visão planetária para mudar o comportamento”, justifica a gestora de educação ambiental do projeto, Mery-Lucy Souza.

A equipe do projeto é composta por professores, biólogos, assistentes sociais, artistas plásticos, lideranças comunitárias e universitários. Eles propor uma troca de saberes com os alunos por meio das oficinas. Nelas os estudantes vão aprender sobre os animais que vivem no Cerrado, a contaminação sobre o solo e sobre a dispersão das sementes e as espécies de árvores nativas. Além disso, vão produzir papel reciclado e artesanato reaproveitando o lixo.

Divulgação/Gabriel Rosa
O projeto Semeando o Bioma Cerrado tem como objetivo restaurar cinco hectares de áreas já degradadas, georreferenciar 3.600 árvores matrizes, demarcar 60 áreas (cerca de 600 hectares) como área preservada, capacitar tecnicamente 390 pessoas para produzir sementes e mudas florestais nativas em condições ambientalmente corretas. Ele também desenvolve ações para sensibilizar e conscientizar diretamente pessoas em ações de educação ambiental. Todas essas ações estão sendo desenvolvidas no período de dois anos que se encerra no final de 2015.

Divulgação/Gabriel Rosa
O projeto atua no Distrito Federal, nos municípios goianos de Ipameri, Alto Paraíso de Goiás, Cavalcante, Barro Alto, Pirenópolis, Goianésia, Ceres, Santo Antônio do Descoberto e Goiânia. Em Mato Grosso as ações são feitas no município de Sinop, situado na área de Cerradão, região que é uma transição entre os biomas Cerrado e Amazônia.

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