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Brasil vence VIII Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica

País ficou em 1º lugar no quadro de medalhas, com duas de ouro, duas de prata e uma de bronze

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postado em 11/10/2016 18:38 / atualizado em 11/10/2016 18:44

O Brasil ficou em 1º lugar no quadro geral de medalhas da VIII Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (VIII OLAA), ocorrida entre 2 e 8 de outubro em Córdoba, na Argentina. A delegação brasileieira angariou um total de 5 medalhas, sendo duas de ouro, duas de prata e uma de bronze.

As medalhas de ouro foram conquistadas pelos estudantes Henrique Barbosa de Oliveira (São Paulo, SP) e Mateus Siqueira Thimóteo (Mogi das Cruzes, SP). As de prata foram feitos de Lucas Camargo da Silva (Florianópolis, SC) e Nicolas Almeida Verras (São Paulo, SP), enquanto a de bronze foi garantida por Beatriz Marques de Brito (São Paulo, SP). Além das medalhas conquistadas, Beatriz e Lucas foram premiados por terem feito a melhor prova observacional e ganharam, cada um, um telescópio. Beatriz também ganhou o prêmio de Melhor Companeira, que lhe rendeu um galileoscópio. Os astrônomos Dr. João Canalle, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), e Dr. Júlio Klakfe, da Universidade Paulista (UNIP) orientaram os jovens brasileiros durante o evento.
 
A VIII OLAA reuniu 41 alunos do esnino médio de nove países da América Latina: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, México, Paraguai, Peru e Uruguai. As provas foram divididas em modalidades teóricas, práticas e reconhecimento do céu. A edição do ano que vem será sediada pelo Chile.

No total das oito edições das olimpíadas, o Brasil conquistou 22 medalhas de ouro, 15 de prata e três de onze.  Para disputar a competição, representantes brasileiros são selecionados com base na pontuação de participantes da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) do ano anterior, que passam por provas online e presenciais, a fim de selecionar os candidatos finais. Uma vez escolhidos, eles passam por treinamentos intensivos com astrônomos e especialistas.
 
A organização da OBA organiza financiamento coletivo para subsidiar as medalhas dos participantes da competição. É possível doar valores de R$ 20 a R$ 30.000 com contrapartidas que variam de certificado digital, hangout sobre astronomia e modalidades de patrocínio olímpico, até 31 de outubro. Para doar, acesse o site www.kickante.com.br/oba.
 

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