Base Nacional Comum Curricular

Ministro acompanha conclusão do texto final

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postado em 19/01/2017 19:27 / atualizado em 19/01/2017 19:53

 

O ministro da Educação, Mendonça Filho, reuniu-se nesta quinta-feira, 19, com representantes do comitê gestor da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) para acompanhar os ajustes finais na redação da última versão do documento que vai balizar o ensino fundamental em todo o país. A definição da Base, segundo ele, é um dos maiores desafios para a melhoria da qualidade da educação brasileira.

“O trabalho está muito bom”, definiu o ministro, que cumpriu agenda na secretaria de Educação do estado de São Paulo. “Fico muito feliz em constatar a seriedade e a qualidade do que está sendo feito pela Base”. Mendonça Filho exaltou o trabalho dos membros do comitê, criado em julho do ano passado para acompanhar o processo de discussão da segunda versão preliminar do documento.

A secretária executiva do MEC e presidente do comitê, Maria Helena Guimarães de Castro, explicou que a BNCC é uma referência nacional e obrigatória para todos. “Ela se desdobra na adaptação dos currículos estaduais e municipais e nas escolas, que deverão considerar 100% da Base”.

O papel do governo federal, segundo a secretária, é promover a melhoria da qualidade, garantindo a unidade e preservando a autonomia dos entes federados. Para os sistemas de ensino estaduais e municipais e as escolas, ela afirma que “o primeiro e grande desafio é adaptar seus currículos conforme as orientações da BNCC e implementá-la por meio da elaboração de um plano de ação e gestão curricular”.

Alfabetização – Também nesta quinta-feira, 19, o ministro Mendonça Filho se reuniu com organizações sociais para discutir a melhoria da alfabetização no país. O encontro reuniu especialistas em educação infantil, educação básica e correção de fluxo na trajetória escolar.

Mendonça Filho lamentou a situação atual da educação brasileira, citando os resultados mais recentes do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), divulgado no fim do ano passado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). “Do ponto de vista de desempenho e qualidade, os indicadores colocam o Brasil em uma posição vergonhosa”, disse o ministro.

O levantamento constatou que o Brasil está estacionado há dez anos entre os países com pior desempenho. “Isso mostra um alarme que já tocou faz tempo e que a gente precisa desativar”, afirmou Mendonça Filho. O ministro reafirmou, ainda, a necessidade de que sejam adotadas providências efetivas de mudanças estruturantes na educação brasileira.

 

 

 

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