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Portal quer aproximar bolsistas do Ciência sem Fronteiras de empresas

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postado em 18/04/2013 13:31

Está disponível a partir do dia (17/4) o Portal Estágios e Empregos, que disponibiliza ofertas no mercado de trabalho para estudantes bolsistas e ex-bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras. O objetivo do portal, lançado hoje, é auxiliar na aproximação do meio empresarial com o ambiente de pesquisa e desenvolvimento e com a própria comunidade cientifica e tecnológica. Além disso, a intenção é que os estudantes trabalhem na área em que estudam e que atuem em pesquisa e inovação.

No site estão disponíveis 53 vagas em 20 empresas parceiras. O cadastro dos interessados é feito por meio de formulário disponível na página. As empresas fazem as ofertas de vagas e indicam as áreas de interesse. O mesmo é feito pelos estudantes, que especificam os setores em que gostariam de atuar. O portal ajuda a promover o encontro: disponibiliza para as empresas estudantes que possam se interessar e aos estudantes, vagas a que possam se candidatar.

Além do portal, foi apresentado a ferramenta Portal de Acompanhamento do Ciência sem Fronteiras, que será disponibilizada no mesmo endereço, segundo informou a assessoria de imprensa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) . Nele serão divulgadas as principais informações sobre as bolsas já implementadas pelo CNPq e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Pela ferramenta será possível consultar o número de bolsas disponibilizadas, o gênero dos estudantes contemplados, o país que escolheram para a formação, além de combinar dados por localidade, por instituição e consultar outros recursos disponíveis.

"No portal são disponibilizadas todas as informações do Ciência sem Fronteiras. Isso vai estimular as empresas a investir em pesquisa e desenvolvimento e a contratar esses talentos, que são os melhores estudantes que nós temos", diz o ministro da Educação Aloizio Mercadante. O foco do programa são as ciências exatas: matemática, química e biologia; as engenharias; áreas tecnológicas e da saúde. "Essas áreas vão permitir ao Brasil dar um salto histórico em termos de desenvolvimento e termos uma indústria mais preparada e competitiva".

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