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WorldSkills

Educação profissional deve deixar de ser vista

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postado em 14/08/2015 12:00

Portal MEC

 

 

No estande do MEC na WorldSkills, o ministro conheceu projetos de inovação desenvolvidos nos institutos federais de educação, ciência e tecnologia (foto: Bruno Carlos/para o MEC)São Paulo — “Temos de acabar com o preconceito com o ensino técnico; ele não deve ser encarado como uma opção secundária”, afirmou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, em visita na tarde de quinta-feira, 13, à WorldSkills, no Anhembi Parque, em São Paulo. Na visita, o ministro conheceu o local de competições das 50 ocupações técnicas do mundo do trabalho. Ele também teve encontro com parte da delegação brasileira.

 

“A escolha da maioria dos jovens pelo ensino técnico é uma realidade em países desenvolvidos, como Alemanha, Áustria e Japão”, destacou Janine Ribeiro. “Temos de valorizar o ensino técnico, pois ele é uma possibilidade de melhor remuneração ao profissional e de aumento da produtividade do país.”

 

O ministro falou ainda sobre o investimento, na última década, do governo federal na expansão da educação profissional. “Entre 1909 e 2003, foram construídas 140 instituições de ensino técnico, e esse número saltou para 562 unidades com a expansão, iniciada em 2004, da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.”

 

Acompanharam o ministro o diretor-geral do Sistema Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Rafael Lucchesi; o presidente do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), Belchior Rocha, e o secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, Marcelo Feres.

Inovação — No estande do Ministério da Educação na WorldSkills, Janine Ribeiro conheceu projetos de inovação desenvolvidos por professores e alunos-bolsistas dos institutos federais de educação, ciência e tecnologia. Um desses projetos é o motor translúcido, projetado pelo Instituto Federal do Espírito Santo.

 

Janine Ribeiro tomou conhecimento do motor translúcido, que por ter componentes transparentes, permite visualizar o funcionamento interno e é usado para fins didáticos (foto: Bruno Carlos/para o MEC)  O motor é construído totalmente com componentes transparentes, o que possibilita visualizar o funcionamento interno. Fruto de oito anos de estudo, já ultrapassou a fase de prototipagem e se tornou produto, comercializado por empresa formada por estudantes do campus de Serra. Por ser translúcido, é usado para fins didáticos. “O motor é comercializado para instituições de ensino que ofertam cursos na área de mecânica, eletromecânica, eletrotécnica e instrumentação, entre outros”, explica o diretor do campus, José Geraldo Orlandi.

Além do motor, estão expostos projetos de manipulador de soldagem, do Instituto Federal de Santa Catarina; de cafés especiais, do Instituto Federal do Sul de Minas, e de religador de baixa tensão, do Instituto Federal do Ceará.

 


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