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Mercadante debate sistema de educação e defende as cotas

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postado em 30/10/2012 19:13 / atualizado em 30/10/2012 19:18

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, propôs na manhã desta terça-feira, 30, a criação de grupos de trabalho para atuar nos temas formação de professores e gestores para educação básica e educação superior a distância. Durante a abertura da reunião técnica Revolução educacional, transformação tecnológica e desenvolvimento no Brasil: Problemas e linhas estratégicas de ação, promovida pelo Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o ministro debateu com especialistas o sistema educacional brasileiro. No encontro, realizado em Brasília, Mercadante apresentou os principais programas e ações do Ministério da Educação, da creche à pós-graduação.

O ministro voltou a defender a política nacional de cotas sociais, que destinará em quatro anos 50% das vagas das universidades federais para estudantes oriundos da escola pública. “As cotas são uma política de 10 anos para estimular o acesso às melhores universidades do país de estudantes da escola pública, que são 88% dos estudantes”, disse Mercadante. “Assim, 12,5% das vagas deste ano serão para alunos da rede pública.” De acordo com o ministro, dos 20% mais pobres da população, apenas 4,2% têm ensino superior ou estão na universidade, enquanto entre os 20% mais ricos, 47% tem diploma. “A verdadeira razão da desigualdade no Brasil: acesso a educação”, completou.

 

O CGEE é uma organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, que promove e realiza estudos e pesquisas na área de ciência e tecnologia e suas relações com setores produtivos; atividades de avaliação de estratégias e de impactos econômicos e sociais das políticas, programas e projetos científicos e tecnológicos; a articulação e interação dos setores de ciência e tecnologia e produtivo.

 

Mercadante defendeu que educação, ciência, tecnologia e inovação são os eixos estratégicos para o desenvolvimento do Brasil. Devido a ligação entre as áreas, o ministro sugeriu que o centro inclua educação entre as suas áreas de atuação.

 

 

 

 

 

 

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