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Projeto que reestrutura carreira do magistério federal divide opinião

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postado em 20/11/2012 16:33 / atualizado em 20/11/2012 16:37

Agência Câmara

O representante da Federação de Sindicatos dos Professores de Instituições Federais de Ensino Superior, Eduardo Rolim, afirmou, há pouco, que, apesar de não ser ideal, a proposta (PL 4368/12) que reestrutura a carreira do magistério federal tem o apoio dos professores representados pela federação (7 mil), que assinaram em favor da texto proposto pelo governo.

Rolim participa de audiência pública da Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público que discute o projeto. Representantes de diversas entidades sindicais estão reunidos na comissão de trabalho para discutir o PL 4368/12.

Já a representante do Sinasefe, Maria Aparecida Rodrigues, afirmou que os professores da educação básica federal não assinaram o acordo que deu origem ao PL porque acreditam que a proposta apresentada pelo governo representa um retrocesso em anos de luta. Ela defendeu que os professores do colégio militar e dos ex-territórios possam optar pelo regime de dedicação exclusiva com 40 horas semanais.

Por sua vez, a representante da Andes, Marinalva Oliveira, afirmou que "não há pressa em aprovar um projeto que não vai atender aos interesses dos professores". A entidade apresentou diversas emendas ao projeto. A Andes defende que a proposta não define um crescimento constante dentro da carreira e não trata de maneira igual professores com mesmo nível de formação. A dedicação exclusiva é o regime preferencial para os professores universitários.

Foram apresentadas 76 emendas ao projeto pelas entidades representativas dos professores.

A audiência ocorre no Plenário 12.

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