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Fiscalização fecha 5 boates no DF

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Bombeiros vistoriam casa noturna em Taguatinga, região que teve três interdições (Carlos Moura/CB/D.A Press) 
Bombeiros vistoriam casa noturna em Taguatinga, região que teve três interdições

O pente-fino de vários órgãos do Distrito Federal em boates de Taguatinga e do Plano Piloto interditou pelo menos mais cinco estabelecimentos entre a noite de sexta e a madrugada de sábado. A ação faz parte da Operação Bares da Moda, que tem como objetivo reforçar a fiscalização e segurança em estabelecimentos de diversão e entretenimento, intensificada após a tragédia boate Kiss em Santa Maria (RS). Coordenados pela Agência de Fiscalização do Distrito Federal (Agefis), a Polícia Militar, a Vigilância Sanitária, o Corpo de Bombeiros, a Vara da Infância e Adolescência e a Secretaria de Estado da Ordem Pública e Social do DF, as autoridades visitaram na madrugada de ontem 26 estabelecimentos. Do total com acesso proibido, três ficam em Taguatinga. Na quinta-feira, 16 casas noturnas e bares já haviam sido fechados.

Entre os locais impedidos de funcionar está o pub UK Brasil, na 411 Sul, e o bar Coliseu, no Pistão Sul. Ambos estavam com o alvará vencido. O gerente do Coliseu, Juarez Pereira de Souza, disse que não sabia que a validade do documento havia expirado. O Corpo de Bombeiros avaliou que a segurança do estabelecimento é adequada e que o público não corre risco. De acordo com o major Pablo Xavier, do Corpo de Bombeiros, o local possui ampla saída de emergência. Apesar disso, faremos nova vistoria em todas as casas visitadas, explicou. A reportagem não conseguiu contato com o UK Brasil.

Segundo o superintendente de fiscalização de atividades econômicas da Agefis, Cláudio Caixeta, a maior parte dos estabelecimentos estava com os documentos em dia. Tivemos menos casos de irregularidade nessa operação. Uma das casas não tinha licença de funcionamento, mas apresentou uma liminar.

Além dessas, a Vigilância Sanitária também fechou na sexta-feira a boate Capital, em Taguatinga Norte, por falta de higiene. O chefe do órgão na cidade, Marcos Filomeno, ressaltou que o local não tinha condições mínimas para receber as 400 pessoas que estavam na casa. Se os pais soubessem onde os filhos estavam, não os deixariam ir, frisou. O advogado da boate, Cássius Barbosa, entretanto, reforça que, pela notificação deixada no local, a boate não ficou impedida de funcionar. A notificação da vigilância não faz nenhuma interdição, mas, na sexta-feira, determinaram que fosse suspensa a saída de todos. Houve uma arbitrariedade, alega. Segundo ele, a casa não infringiu as normas sanitárias e está com os documentos em situação regular.
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