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Ciência sem Fronteiras

Reitores de universidades australianas visitam Brasília

Objetivo é divulgar bolsas de estudo oferecidas pelo Ciência sem Fronteiras em cinco instituições do país na Oceania

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postado em 13/06/2013 15:03 / atualizado em 13/06/2013 18:15

Gustavo Aguiar

Reitores e representantes de cinco universidades da Austrália visitam Brasília nesta quinta-feira (13) para divulgar as oportunidades de estudo no país e estabelecer parcerias de fomento à pesquisa e colaboração científica com instituições do país. O mesmo contato já foi feito com membros de universidades de São Paulo, Campinas e Belo Horizonte. Amanhã, a comitiva segue para o Rio de Janeiro.

O objetivo é divulgar as 1250 oportunidades de bolsa de graduação sanduíche oferecidas pelo Ciência sem Fronteiras (CsF), do governo federal, destinadas para estudos nas instituições australiana. As oportunidades são para alunos matriculados em cursos de engenharia e demais áreas tecnológicas, ciências exatas e da terra, biologia, ciências médicas e da saúde, tecnologias da informação e aeroespacial, energias renováveis, cursos ligados à indústria criativa, entre outros.

O aluno que se candidatar precisa atender a alguns pré-requisitos previstos no edital, como boa média no Enem e proficiência em inglês. O edital completo pode ser conferido aqui.

Os visitantes no Brasil são membros da Australian Technology Network of Universities – ATN, um grupo formado por instituições de ensino superior localizadas nas cidades de Perth, Brisbane, Sydney, Melbourne e Adelaide.

Tempero brasileiro
"As instituições australianas estão interessadas em que os jovens brasileiros têm a oferecer. Buscamos alunos comprometidos com os estudos, que possam trazer para o ambiente universitário a diversidade na forma de agir e de pensar do brasileiro", pontua Vinícius Barreto, diretor da Australian Centre e representante do grupo ATN no Brasil.

Com menos de 50 anos de existencia, as universidades do grupo ATN são reconhecidas pelo perfil moderno e inovador, com foco em experiências práticas ligadas às áreas da tecnologia e desenvolvimento sustentável. As instituições figuram entre as melhores do mundo no QS Ranking Under 50, que avalia a qualidade das universidades com menos de 50 anos de atuação. A única universidade brasileira a figurar nesta lista é a Unicamp (na 17ª posição).

Segndo o diretor, as vantagens para o estudante brasileiro que escolhe a Austrália para fazer intercâmbio são desde facilidades com o clima e com o calendário escolar, similares aos do Brasil, a possibilidade de ter contato com tecnologias e ferramentas de ponta, até as boas condições de instalação e moradia e as oportunidade de contato com jovens do mundo todo. "O grupo recebe 20% de todos os universitários da Austrália, e 1/4 dos estrangeiros em estudos no país", aponta Barreto.

Para Paul Bolt, gerente da Royal Melbourne Institute of Technology (RMIT), a universidade australiana tem condições de oferecer ao aluno brasileiro as melhores experiências em tecnologia e design, com uma reputação internacional de excelência no ensino prático e na pesquisa focada na obtenção de resultados. “Por causa disso, alunos da RMIT são valorizados pelos empregadores ao redor do mundo por suas habilidades de liderança e pro ativismo no trabalho”, explica.
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