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Vitrine virtual indispensável

Programa do Sebrae ensina o empresário a inserir o estabelecimento na internet, auxiliando no desenvolvimento do site. Seja para vendas on-line, seja apenas para mostrar serviços e produtos, uma página na rede pode representar grande incremento na receita

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postado em 06/09/2013 16:00 / atualizado em 06/09/2013 11:37

Larissa Garcia

Viola Junior
A internet virou ferramenta obrigatória para o consumidor procurar o que precisa e comparar preços. Por isso, estabelecimentos que ainda não têm um website estão em desvantagem. Atualmente, o mecanismo funciona como uma vitrine e, na maioria dos casos, mesmo para aquelas lojas que não realizam vendas on-line, ter uma página significa aumentar a clientela. No Distrito Federal, os empresários investem cada vez mais nesta ferramenta e, após a implementação, conseguem incrementar em até 1.000% as vendas.

Apesar de ser uma item essencial para o sucesso dos negócios, muitos comerciantes não têm informações suficientes para colocar um site no ar. O Google, em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), oferece o programa Conecte seu Negócio, no qual o empreendedor recebe dicas de como inserir o estabelecimento no mundo virtual. Desde o início do projeto, em junho de 2011, foram criadas 1,4 mil páginas de empresas cadastradas.

No projeto, o Google facilita a construção do site e cuida da hospedagem e da criação do endereço da página. O cadastro é gratuito por um ano. “Hoje, quase todo mundo checa o produto e os preços na internet antes de comprar, mesmo que vá até a loja física. Por isso, é importante que a empresa invista em seu site, porque é como um cartão de visita. Deve ser bem cuidado e transmitir credibilidade ao consumidor”, salientou o gerente de Negócios para Pequenas e Médias Empresas do Google, Luciano Santos.

De acordo com o Google, sete em cada 10 usuários consultam a internet regularmente para ver suas opções de compra e 88% dos usuários de smartphones no Brasil procuram informações locais sobre os produtos ou serviços em seus aparelhos.

Investimento
Dono de um bufê especializado em doces localizado no Sudoeste, Alexandre da Silva Ferreira, 23 anos, inaugurou o site um ano depois de abrir as portas em 2010. “Melhorou muito a relação com o consumidor após o portal. Hoje, 90% dos pedidos são feitos por meio da internet. Ou seja, se ele não existisse, teria esse percentual a menos de clientes”, comemorou. Para manter a ferramenta, a empresa desembolsa cerca de R$ 1,5 mil por mês. “É um dinheiro bem gasto, porque é nosso cartão de visita e o retorno é muito maior.” Os investimentos de Ferreira não param por aí. “Além da cara da página, temos de oferecer produto e atendimento de qualidade”, explicou o jovem.

Sabrina França, 32 anos, tem uma empresa de festas infantis na Candangolândia, e participa do Conecte seu Negócio. “É muito difícil inaugurar uma página sem auxílio. Profissionais especializados nessa área cobram caro e nem sempre o produto final é satisfatório”, criticou. Ela ingressou no programa há quatro meses. “Deu certo. É muito importante estar conectada, fechamos muitos eventos por meio do site”, contou. Ela relatou que mesmo aqueles clientes que preferem fazer o pedido pessoalmente procuram na web antes. “Por isso, deixamos nosso contato na página. É essencial que o consumidor tenha acesso a fotos de eventos antes de fechar negócio, porque já tem uma ideia de como vai ficar sua festa”, lembrou. 
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