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Novos dirigentes do IG tomam posse

Márcia Abrahão Moura e José Eloi Guimarães Campos serão os gestores do Instituto de Geociências até 2017 e assumem com o compromisso de preparar a unidade para seus próximos 50 anos

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postado em 05/02/2014 19:16 / atualizado em 05/02/2014 19:20

Agência UnB

Emília Silberstein/Agencia UNB
Professores, servidores, estudantes e autoridades ocuparam o auditório da reitoria, na manhã desta quarta-feira (5), para a cerimônia de posse dos professores Márcia Abrahão Moura e José Eloi Guimarães Campos no cargo de diretor e vice-diretor, respectivamente, do Instituto de Geociências (IG), um dos mais tradicionais da Universidade de Brasília. “É uma grande honra entregar a gestão para os meus dois colegas”, disse Detlef Hans Gert Walde, que esteve à frente do IG de 2010 a 2013 e compôs a mesa de honra na solenidade.

Para a vice-reitora da UnB, Sônia Báo, “professores, servidores e alunos estão em boas mãos”, com diretores que darão continuidade ao crescimento do instituto, que hoje se encontra consolidado. O ex-reitor da UnB, José Geraldo de Sousa Júnior, lembrou ainda do perfil dos novos dirigentes do IG. “É um momento muito empolgante que foi inaugurado, de começar a colocar alunos na coordenação da universidade. Márcia, como o senhor, [Ivan Camargo], também vem dessa história, que é cinquentenária”.

De acordo com José Geraldo, essa característica dá aos novos dirigentes um real envolvimento com a instituição. “O que é muito importante nisso é que podemos perceber o quanto se engajam, se envolvem e amam a instituição. Penso que daqui para frente teremos cada vez mais esse modelo de representação”, afirmou.

Em seu discurso de posse, a nova diretora do IG lembrou que, apesar da unidade acadêmica estar próxima de completar 50 anos, em 2015, “geologicamente, somos um jovem instituto”, com muitos desafios. “Temos a missão de preparar o IG para os próximos 50 anos”, declarou Márcia. Uma das metas dos novos gestores está voltada para a área de graduação. “O instituto é reconhecido na UnB e entre a comunidade da Geociência por tratar o ensino de graduação como prioritário”, disse.

Área em que o vice-diretor do IG, José Eloi Guimarães Campos, pretende se empenhar. “Temos um problema crônico de atrasos, ônibus, com serviços de transporte, liberação de recursos”, conta. O que acaba impactando nas atividades de campo dos estudantes. “As atividades de campo são essenciais. O sucesso dos nossos cursos de graduação e pós-graduação está fundamentado nos trabalhos de campo, apesar do avanço tecnológico”, enfatiza Márcia. Para a diretora do instituto, é preciso inovar para avançar. “O IG, como sempre, quer estar à frente do seu tempo, mesmo datando rochas arqueanas”, completa.
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