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Curso de Gestão Ambiental da UnB recebe nota 4 do MEC

Maioria dos professores são doutores com diferentes formações

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postado em 17/02/2014 18:40 / atualizado em 17/02/2014 18:43

Agência UnB

Com apenas quatro turmas formadas, a graduação em Gestão Ambiental já tem motivo para comemorar. “O fato de termos docentes ligados a centros de pesquisa em vários lugares do mundo pesou bastante no resultado positivo da avaliação”, observa o coordenador do curso, Mário Ávila. De 5 pontos possíveis, o curso tirou 4,5 neste quesito. “Temos alunos participando de projetos de pesquisa junto a professores com forte produção acadêmica”, destaca. Nível do corpo docente,  qualidade da metodologia didático-pedagógica e adequação da infraestrutura foram os itens avaliados pelo ministério.

O curso funciona no campus da UnB em Planaltina – ao lado de um parque, o Sucupira – onde são desenvolvidas atividades para promover o desenvolvimento sustentável da região. “Trabalhamos muito em parceria com a Embrapa Cerrado”, conta Ávila. “E temos muitos projetos em andamento, como o de monitoramento ambiental em Alto Paraíso de Goiás, onde existem vários assentamentos populares”, diz. Clique aqui para saber mais sobre o curso.  
Mariana Costa/UnB Agência

Para Ávila, os diferenciais da graduação na UnB Planaltina incluem a interdisciplinaridade, o diálogo e a busca pela mudança de paradigma tanto de instituições quanto do próprio mercado de trabalho. “O olhar do gestor ambiental na hora de pensar as políticas públicas é menos duro que o de um economista ou agrônomo tradicional”, defende. Segundo o professor, o gestor ambiental faz essa ponte entre diferentes especialistas. “Mesmo sem a regulamentação, já temos alunos no 4º semestre do curso prestando consultoria ambiental”, comemora Ávila.

Além de aulas de administração, direito e economia voltadas para aspectos ambientais, o aluno estuda também matérias de exatas e ciências naturais, como geologia e climatologia. Além de disciplinas das ciências humanas e sociais. Ao final do curso, pode ainda especializar-se em temas específicos, como agroextrativismo e comunidades indígenas e quilombolas. “Tudo depende do perfil e do interesse do aluno”, diz Ávila. A ideia é formar profissionais com capacitação técnica e gerencial sensíveis às questões socioambientais.

INFRAESTRUTURA
Estudantes e pesquisadores contam com laboratórios como o de monitoramento ambiental, ictiologia e outros vinculados aos demais cursos da UnB, como é o caso do Observatório das Metrópoles, do Programa de Pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo, que estuda o impacto das grandes obras erguidas para a Copa do Mundo e as Olimpíadas.
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