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Nova direção da FEF quer deixar legado esportivo

Para Jake Carvalho, diretor da Faculdade de Educação Física, preparar a UnB para a Universíade de 2019 é transformar, além da infraestrutura, a cultura esportiva do DF

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postado em 25/02/2014 17:46 / atualizado em 25/02/2014 17:49

Agência UnB

Emília Silberstein/UnB Agência
Os próximos quatro anos serão de grandes desafios para a Faculdade de Educação Física (FEF) da UnB. Chefiada pelos professores Jake Carvalho e Edson Húngaro, recém-empossados diretor e vice, respectivamente, a unidade acadêmica terá a responsabilidade de preparar o Centro Olímpico da universidade para receber competições do segundo maior evento esportivo do mundo, a Universíade. Esse torneio é também chamado de Olimpíadas Universitárias e acontece em Brasília em 2019.

Para o novo diretor da FEF, Jake Carvalho, é preciso aproveitar a competição para, além de melhorias na infraestrutura do polo esportivo da universidade, deixar um legado à comunidade interna e externa à UnB. “Vamos ter um investimento em torno de R$ 150 milhões. [...] O que vamos dar em troca?”, questiona. Um dos objetivos dos novos gestores é criar o hábito da prática esportiva na população, visando melhorias na saúde e qualidade de vida.

Uma das medidas será ampliar a oferta de atividades de extensão à comunidade. “Nós queremos atletas de ponta, mas queremos também que a população venha praticar, utilizar bem o patrimônio público”, diz. “Estamos correndo o mais rápido possível para a construção dos nossos ginásios”, garante. Outra preocupação é preparar as equipes da universidade para a competição de 2019. “Paralelo a isso, vamos fortalecer nossos três cursos”, completa.

Também faz parte dos projetos da FEF investir na formação de atletas para categorias de base. “Já temos o primeiro centro de excelência, mas os clubes precisam [de atletas] da base, então estamos com um planejamento para aumentar o número de praticantes. Precisamos de uma boa base para selecionar os melhores”.

Outra iniciativa é criar polos para descentralizar as práticas esportivas, por meio de parcerias com clubes da região. “O Ministério do Esporte está propiciando esse tipo de empreendimento e vamos repetir o projeto do [Centro de Excelência em] Saltos Ornamentais. É só estender para outras modalidades”, diz Jake, que está em fase de elaboração de um projeto para a criar o Centro de Excelência em Natação da UnB.

“Nossos alunos vão participar desses centros de excelência e, além disso, os próprios professores participantes vão levar essa experiência para as salas de aula”, conta o diretor da FEF. Para ele, as várias iniciativas são como elos que fortalecem toda a estrutura da corrente. “Nós precisamos dos futuros atletas como também dos futuros técnicos. É daí que vai brotar os participantes de 2019”.
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