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Diretor do Instituto Rio Branco abre semestre do IREL

Palestra do embaixador Gonçalo de Barros Carvalho e Melo Mourão marca início das aulas do curso de Relações Internacionais. Instituto completa quatro décadas em 2014

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postado em 20/03/2014 15:04

Agência UnB

Ana Rita Grilo/UnB Agência
Foram 32 minutos de fala, e o embaixador Gonçalo de Barros Carvalho e Melo Mourão, diretor geral do Instituto Rio Branco, chamou os estudantes do curso de Relações Internacionais a refletirem sobre uma visão de futuro para as relações internacionais e a diplomacia. “A única diferença que nos pode fazer singular é a mais simples e complexa de mudar o mundo”. Gonçalo Mourão firmou que os estudantes não devem se prender ao passado para construir o futuro. “O que constrói o futuro é querer o que não foi”, pontuou.

A reflexão do embaixador foi o ponto alto da palestra Diplomata Brasileiro no Mundo Contemporâneo, realizada na manhã desta ultima terça-feira (18) no Auditório do Instituto de Ciência Política e Relações Internacionais. O evento faz parte do Programa de Conferências e Seminários Acadêmico-Diplomáticos, realizado pelo Instituto de Relações Internacionais (IREL/UnB).

“Pensar no futuro é a ordem do dia”, exclamou a professora Cristina Yumie Inove, coordenadora de graduação do IREL A professora saudou a fala do embaixador e comentou a importância de os estudantes se debruçarem em busca de um futuro melhor. “Agora, que estamos nos nossos 40 anos, eu queria fazer um convite para que pensemos como queremos ver o mundo daqui a 40 anos”, disse Cristina em razão da comemoração de quatro décadas do instituto.

Bandasten Noronha, 21, se encantou com o tom utilizado pelo representante máximo do Instituto Rio Branco ao proferir a palestra. “Tem poesia, tem idealismo”, mencionou. O estudante do segundo semestre de Relações Internacionais, assim como um alto percentual de graduandos do Irel, almeja seguir a carreira diplomática. Ele assimilou do discurso proferido pelo embaixador posturas que pretende seguir. “Eu tentaria trabalhar mais pela cooperação e menos pelo conflito, dar mais valor à identidade de cada um dos países”.
Ana Rita Grilo/UnB Agência

Calouro do curso, Matheus Paixão, 18, pretende levar a risca algumas palavras do embaixador. “O posicionamento dele em relação ao futuro é bem importante. Ninguém entra em um curso de Relações Internacionais sem pensar no futuro, sem pensar que a gente quer um mundo melhor”, afirmou.

Na ocasião, o professor Eitti Sato, diretor do IREL, relatou a aproximação institucional entre o instituto da UnB e o Instituto Rio Branco e relembrou a ligação inicial entre as organizações. “O Instituto Rio Branco deveria ter sido instalado na Universidade de Brasília. Esse fato serviu para deixar uma semente para a instalação do primeiro curso de Relações Internacionais do Brasil, em 1974, aqui na UnB”.
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