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Ex-bolsistas contam suas experiências no programa Ciência sem Fronteiras e como a vivência no exterior os ajudou na vida acadêmica e profissional

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postado em 15/04/2014 19:54

Agência UnB

Terceira em número de alunos de graduação participantes do programa Ciência sem Fronteiras (CsF), a Universidade de Brasília deve enviar mais de mil bolsistas para o exterior somente neste ano.

Segundo dados do Decanato de Ensino de Graduação, 461 estudantes da UnB embarcam neste primeiro semestre para cursar parte da graduação em mais de vinte países diferentes. “As bolsas são concedidas para cursos na área tecnológica”, explica Martha Lins, coordenadora-administrativa da Diretoria de Acompanhamento e Integração Acadêmica da UnB.

Para o segundo semestre deste ano e o primeiro de 2015, já está confirmada a participação de mais de 500 novos estudantes e o número deve subir porque a previsão é de que seja lançado um novo edital em breve. “A meta do governo é preencher até 2016 mais de cem mil vagas pelo programa federal implantado na UnB em 2011”, conta Lins.

Para compartilhar um pouco da experiência acadêmica vivida, vamos selecionar histórias de ex-participantes e publicá-las, sempre que possível, aqui no portal de notícias da UnB. Se você, leitor, é ex-bolsista, escreva para pauta@unb.br e nos conte como o CsF ajudou no seu crescimento pessoal e profissional. Pode também fazer sugestões para aperfeiçoar o programa, se for o caso.

O primeiro relato será o da estudante Mirella Altoé, aluna do curso de Engenharia Eletrônica na UnB, que passou uma temporada na Universidade da Califórnia, em Davis, nos Estados Unidos.

Clique aqui para obter mais informações sobre o Ciência sem Fronteiras.  
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