Força-tarefa garante solução de pendências no fim do ano

Esforço de gestores e técnicos resultou em impactos positivos para o caixa da UnB

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postado em 06/01/2017 21:17 / atualizado em 06/01/2017 21:28

Beatriz Ferraz

A Universidade de Brasília conseguiu colocar em dia a grande maioria de seus processos, após a ocupação do prédio da Reitoria, entre 31 de outubro e 8 de dezembro do ano passado. Em todas as áreas, houve força-tarefa para garantir que as pendências mais críticas fossem solucionadas antes do fim do exercício financeiro. O esforço da gestão e da área técnica trouxe impactos positivos ao caixa da instituição.

Um deles foi a obtenção de cota de limite orçamentário extra no valor de R$ 11 milhões. A cota de limite é uma espécie de autorização do governo para que a instituição empenhe recursos próprios. “Pedimos ao Ministério da Educação a liberação de R$ 6 milhões, que poderiam chegar a R$ 9 milhões e, ao final, obtivemos R$ 11 milhões, um valor que vai ajudar a reduzir o desequilíbrio orçamentário de 2017”, comemorou Fernando Santos, decano em exercício de Planejamento e Orçamento (DPO).

Esse valor foi utilizado para a compra de computadores para os decanatos de Assuntos Comunitários (DAC) e de Gestão de Pessoas (DGP), para a aquisição de projetores e para o empenho de duas obras na Faculdade de Ciências da Saúde (FS): a reforma das salas de professores e a construção do ULEG, um prédio de laboratórios voltados para o ensino de graduação. As reformas devem começar ainda no primeiro semestre.

A nova gestão da UnB, que assumiu no final de novembro, pretende investir mais nas obras que podem ser custeadas por meio de emendas parlamentares. No último dia 29, houve a liberação de cerca de R$ 8,5 milhões, que cobririam mais de metade da obra para a instalação de painéis solares no prédio do ICC, mas não havia projeto e tampouco empresa licitada para aproveitar o recurso.

 

Beatriz Ferraz
 

EQUIPE

A administração e os gestores das áreas destacaram a dedicação dos técnicos no “mutirão” de fim de ano. Na Diretoria de Contabilidade e Finanças (DCF/DAF), por exemplo, muitos servidores extrapolaram o horário de trabalho para garantir o cumprimento de tudo o que foi planejado. “Podemos dizer, com orgulho, que a UnB está com a manutenção do custeio fixo em dia”, comentou o diretor da área, Tiago Mota. A universidade encerrou o mês de dezembro com passivo de R$ 1,5 milhão, menor do que o que costuma ser registrado (no mês anterior, o passivo foi de R$ 7,4 milhões).

Na Diretoria de Administração de Pessoas (DAP/DGP), também houve muita gente “fazendo serão”. “Executamos ao menos 2 mil processos. A equipe se empenhou bastante para que nenhum servidor ficasse com o pagamento pendente”, contou Fábio do Vale, diretor da DAP. No Decanato de Ensino de Graduação (DEG), as demandas de assinatura de termos de estágio e as outorgas antecipadas de diploma também foram regularizadas.

No Decanato de Pesquisa e Pós-Graduação (DPP), a força-tarefa resultou na conclusão de quase 600 aprovações para a realização de bancas de mestrado e doutorado; 290 homologações de relatórios de banca e mais de 300 prestações de contas em editais de apoio à pesquisa e à mobilidade de pesquisadores. Também foram realizados mais de 150 cadastramentos ou recadastramentos de orientadores no sistema do DPP.

 

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