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Fascículo conquista vestibulandos

A primeira edição do Correio Braziliense no Enem, sobre linguagem, agradou a alunos e obteve a aprovação de professores

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postado em 12/09/2014 12:14 / atualizado em 15/09/2014 14:11

Os alunos do Leonardo da Vinci Juliana, Igor, Lara, Mateus e Maria Paula avaliam que a publicação  traz os jovens para a realidade e os ajuda na preparação para o Enem (Paula Rafiza/Esp. CB/D.A Press) 
Os alunos do Leonardo da Vinci Juliana, Igor, Lara, Mateus e Maria Paula avaliam que a publicação traz os jovens para a realidade e os ajuda na preparação para o Enem


Aluna da 3ª série do ensino médio do Centro Educacional Leonardo da Vinci, Juliana Figueiredo, 18 anos, está entre os jovens que estão usando o fascículo para turbinar os estudos para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Ela está de olho em uma vaga no curso de direito na Universidade de Brasília (UnB) por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e resolveu as questões de linguagens, códigos e suas tecnologias publicadas no primeiro fascículo, na última terça-feira. “Esse material é um desafio, mas ajuda muito, já que as questões são divididas nas mesmas categorias da prova do Enem. Eu vi as questões comentadas e o gabarito. Ter isso é bom, porque, às vezes, a gente erra a questão e não entende o porquê.”

A prova de linguagens, códigos e tecnologias será aplicada no segundo dia do Enem com o teste de matemática. Os leitores do Correio receberam uma ajuda para se preparar: o primeiro fascículo do Correio Braziliense no Enem, elaborado em parceria de conteúdo com o Sistema Ari de Sá de Ensino e com patrocínio do Centro Educacional Leonardo da Vinci, foi publicado no último dia 9 e abordou o conteúdo em 30 questões simuladas. O gabarito e as resoluções comentadas estão disponíveis no site do Eu, Estudante, no qual também é possível acessar uma videoaula preparada especialmente sobre os conteúdos do primeiro fascículo pelo professor de português João Filho, do Sistema Ari de Sá.

A estudante Lara Amaral, 17 anos, acredita que a publicação do fascículo num jornal é um diferencial. “O Enem é uma prova que exige muito treino e valoriza a leitura; esse material dentro do jornal tem tudo a ver”, diz. O colega Igor Dantas, 17, concorda: “O jornal é mais popular, diferentemente de livros e apostilas específicos, que são muito caros. É acessível para todos”. Ele busca uma vaga no curso de engenharia da computação na UnB e sonha fazer intercâmbio pelo programa Ciência sem Fronteiras (CsF).

Do vestibular ao exame
O Centro Educacional Leonardo da Vinci providenciou a distribuição de 600 exemplares do primeiro fascículo Correio Braziliense no Enem para o corpo discente. A diretora pedagógica da Unidade da Asa Sul, Márcia Nunes, explica que este é um momento de transição, em que os alunos passam a dividir o foco no vestibular tradicional com o Exame Nacional do Ensino Médio. “O Enem é uma política pública que se tornou realidade. É um desafio, porque o domínio dos alunos estava no vestibular e no PAS (Programa de Avaliação Seriada) da UnB. O conteúdo não difere, o que muda é a forma. São provas muito diferentes, e todo material de estudo é importante”, analisa.

Essa também é a preocupação da aluna Maria Paula Fenelon, 17 anos, que deseja estudar medicina na UnB. “Achei a adesão da UnB ao Enem horrível. Desde o primeiro ano, eu estudo para o vestibular e para o PAS. Agora, do nada, o Enem é a principal forma de ingresso. Preciso me preparar para essa nova realidade, então o fascículo é muito bom”, conclui. Mateus Soares, 17, também sonha com uma vaga em medicina, mas acredita que o ingresso pelo Enem é uma vantagem. “No Enem, você toma a decisão depois de fazer a prova e há mais opções de universidades e locais”, argumenta.

Preparação
No Centro de Ensino Médio Elefante Branco, os alunos fazem simulados bimestrais para se prepararem para o Enem; por isso, Raíssa Oliveira, 17 anos, sente que está acostumada com o modelo do exame. Ela quer garantir uma vaga em economia numa universidade pública pelo Sisu ou numa instituição particular pelo Programa Universidade para Todos (Prouni) e, para isso, conta também com as aulas extras de um cursinho preparatório. A estudante está usando o fascículo Correio Braziliense no Enem para se preparar. “Muitas vezes, ficamos bem perdidos em relação ao que está sendo pedido pela questão. Com essa introdução que o fascículo trouxe, a gente pode entender o que realmente importa naquela situação. Os simulados ajudam muito! Percebi, neste do Correio, algumas questões sobre livros que os professores têm comentado, como a obra Os Sertões. Gostei dos temas da prova de literatura!”

Mateus Bueno, 17 anos, deseja cursar matemática na UnB e interessou-se pelo conteúdo do fascículo. “Acho que as questões sobre tecnologia, informática e internet, que estão no fascículo, buscam trazer a realidade dos jovens para a prova e são um atrativo a mais para resolver o simulado inteiro”, diz.

Thaynan Cardoso, 16 anos, e Letícia Patrocínio, 18, vão fazer o Enem como treineiros, mas já estão aproveitando o fascículo. “O bacana do simulado é que ele vem com as habilidades detalhadas antes de cada questão. Seria bom se o provão da escola fosse assim também!”, compara. Letícia perdeu os simulados que foram aplicados este ano e se entusiasma com o fascículo. “Acho que consigo ter uma boa base com essas questões! O que é cobrado está bem detalhado, é bom para me direcionar. Para mim, que nunca fiz ou mesmo vi o Enem antes, vai ser bem útil!”, considera.

Comentário
A professora de literatura do Centro Educacional Leonardo da Vinci Adriana Mori avalia que o fascículo está muito completo. “Muito do que estamos trabalhando em sala de aula está sendo exigido nessas questões. É importante para o aluno perceber que o conteúdo a ser cobrado engloba os três anos de ensino médio. Realmente, esse material veio para enriquecer”, conclui. José Ricardo dos Santos, professor de gramática e texto, relembra que português é cobrado ao longo de toda a prova. “Linguagens, códigos e suas tecnologias abrangem todas as competências dos alunos, estão também nas outras áreas”, explica. Para ele, as questões comentadas em videoaula são o maior ganho. “É como ter mais um professor em sala de aula. Essa é uma prova multidisciplinar, e uma questão envolve muitos conteúdos.”


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