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Comitê Popular da Copa

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postado em 18/06/2013 17:50 / atualizado em 18/06/2013 18:08

Desde a última sexta-feira, o Governo do Distrito Federal procura identificar as lideranças das manifestações. Cada uma delas, no entanto, teve caráter mais espontâneo do que a anterior. Um dos grupos que pensou o ato Copa para quem?, de sexta-feira, é o Brasil e Desenvolvimento. Nascido na Universidade de Brasília (UnB), em 2009, hoje conta com 21 integrantes. “Somos um grupo político que atua para defender o que achamos certo. E, para mudar a cidade, precisamos atuar politicamente”, disse Edemilson Paraná, um dos fundadores do B&D.

Ronaldo de Oliveira/CB/D.A Press


Assumidamente um movimento de esquerda, eles fizeram um ato de filiação ao Partido Socialismo e Liberdade (PSol), no início de abril ano. A posição não significa, no entanto, que o protesto que encabeçaram tenha ligação direta com a legenda. “Apesar de militantes partidários, o PSol não dirigiu a ação. Mas sofremos perseguições do governo por sermos filiados”, afirmou Edemilson, referindo-se às investigações da Polícia Civil quanto a danos ao patrimônio público e financiamentos da passeata. Além do Brasil e Desenvolvimento, cinco movimentos se envolveram na mobilização, formando o Comitê Popular da Copa. No sábado, a organização foi mais fluida e descentralizada.

Organizado integralmente pela internet, a marcha de ontem não levava bandeiras de partidos políticos. Por isso, um grupo de manifestantes — desconhecidos entre si, universitários vindos de Samambaia, de Brazlândia, da Asa Norte e de Taguatinga — se incomodou quando viu um homem chegar vestido com uma blusa de um partido e com uma bandeira amarrada no pescoço. “Estamos aqui como cidadãos, não como partido. O cara não deveria ter vindo assim”, comentou uma aluna de engenharia civil, moradora de Samambaia.

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