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INFORMÁTICA

A privacidade em um mundo de bytes

Com cerca de 900 mil terabytes de informações produzidos diariamente, empresas e governos utilizam ferramentas para a análise em grande escala desses registros, o que traz à tona a questão da proteção dos dados pessoais

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postado em 27/08/2013 16:00 / atualizado em 27/08/2013 11:03

O desenvolvimento da capacidade de armazenar quantidades cada vez maiores de dados e também analisá-los com mais facilidade traz questionamentos sobre a proteção da privacidade dos internautas. Há 50 anos, um computador que conseguia acumular mais de 5MB já era considerado uma supermáquina — hoje, não seria o bastante para gravar uma música de seis minutos de boa qualidade.

Segundo a IBM, a partir de 2012, a humanidade passou a produzir cerca de 2,5 quintilhões de bytes por dia — quantia equivalente a 909.312 terabytes ou à capacidade de armazenamento de 13.875 iPhones de 64GB. Isso é 500 vezes superior à quantidade de dados gerados desde o início dos tempos até 2003. A essa dimensão de elementos — e à forma como eles são tratados — foi dado o nome de Big Data. Hoje, já existem algoritmos que permitem rastrear as atividades de um usuário dentro do acervo de informações mantido em servidores (como o mecanismo usado pela Agência de Segurança dos Estados Unidos e que ainda causa polêmica).

Hoje, o Big Data é considerado um dos conceitos tecnológicos responsável por mecanismos preciosos de análise efetiva em massa de dados e é benéfico tanto para grandes corporações quanto para a mudança na vida de muitas pessoas. Porém, há quem discorde e considere o avanço uma ameaça ainda maior para a privacidade dos usuários.
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