SIGA O
Correio Braziliense

publicidade

Outras teorias

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 06/03/2014 16:00 / atualizado em 06/03/2014 09:37

Não faltam teorias que apontam para diferentes paradeiros de Hitler. Algumas logo são descartadas, pela falta de argumentos fidedignos. Outras, no entanto, são bem aceitas em alguns círculos de estudiosos do tema. O pesquisador argentino Abel Basti aparece como fonte de algumas delas.

 (Sterling/Divulgação) 

Grey wolf — The escape of Hitler
Os britânicos Simon Dunstan e Gerrard Williams lançaram, em 2011, um livro e um documentário no qual traçam os supostos passos do líder alemão pela Argentina. A obra se tornou uma referência contemporânea para os adeptos da tese de que Hitler manteve relação íntima com a América do Sul. A pesquisa de Simon e Gerrard incluiu entrevistas e um encontro com Abel Basti. Posteriormente, Basti disse que o livro inglês era uma cópia de dois trabalhos próprios anteriores. Basti entrou com um processo de plágio contra os autores.


 (History Channel/Divulgação) 


El escape de Hitler
O documentário do History Channel, que faz sucesso na internet e em plataformas como o Netflix, também contou com depoimento de Abel Basti (foto), que surge como uma das fontes primordiais do longa. O filme retoma a história do nazismo na Argentina e visita uma casa que teria servido como moradia para Hitler.

 (Companhia das Letras/Divulgação) 



Hitler
Ian Kershaw, uma das maiores autoridades  sobre a Segunda Guerra Mundial, acaba de lançar nova edição de Hitler, no Brasil. Kershaw não polemiza e segue os caminhos da história oficial. Em determinado trecho do calhamaço, o britânico diz: “No estúdio apertado, Hitler e Eva Braun estavam sentados um ao lado do outro no pequeno sofá. (…) A cabeça de Hitler pendia sem vida. Escorria sangue de um buraco de bala em sua têmpora direita. Sua pistola Walther 7,65 milímetros jazia aos seus pés.”

No Mato Grosso Uma tese de mestrado transformada em livro, escrita pela jornalista Simoni Renée Guerreiro Dias, ganhou manchetes recentemente. Simoni defende que o líder nazista teria vivido e morrido no Brasil, na pequena cidade de Nossa Senhora do Livramento, próxima a Cuiabá. Segundo a obra, o führer adotou o nome de Adolf Leipzig por essas bandas, mas acabou conhecido como “alemão velho”.

O Correio entrou em contato com alguns residentes do local. Entre eles, Elza Gonçalina de Campos Seger, esposa do ex-padre e alemão Fritz, uma das figuras mais conhecidas do vilarejo. Fritz é apontado como um dos melhores amigos do falecido “alemão velho”. Elza, professora da cidade desde 1988, também o conheceu. “Estive várias vezes com o Leipzig. Essa pesquisadora é louca. Nada de Hitler. Ele e a tal mulher lá (uma senhora companheira de Leipzig) eram um casal de bêbados. Se fosse Hitler, teria sido deflagrado. Essa jornalista busca fama somente”, comentou.

Pela imprensa internacional, o caso foi tratado com certa suspeita. Ainda assim, Simoni anunciou que irá a Israel realizar um teste de DNA entre um descendente de Hitler, que ela diz ter localizado, e Leipzig, que ela conseguiu desenterrar. 

Tags:

publicidade

publicidade