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Polêmica e homenagem

Câmara e Senado lembrarão a resistência À DITADURA sob protesto de PARLAMENTAR QUE PRETENDE defender MILITARES

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postado em 30/03/2014 12:35 / atualizado em 31/03/2014 11:17

Depois da polêmica pela tentativa frustrada do deputado federal e militar da reserva Jair Bolsonaro (PP-RJ), de homenagear o regime militar, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal promovem amanhã sessões solenes para marcar a luta pela volta da democracia ao país e a resistência contra a ditadura, 50 anos após o golpe de 1964. Na semana passada, a Câmara derrubou pedido do parlamentar fluminense para a realização de uma sessão na Casa que pretendia comemorar o golpe. Bolsonaro ainda tentará discursar durante o evento, no tempo destinado à Liderança do PP.

No Senado, participam da mesa Waldir Pires, consultor-geral da República no governo deposto de João Goulart; o jornalista José Maria Rabelo, obrigado a se exilar com a família após o golpe; a advogada Eugênia Zerbini, filha de um general contrário à ditadura; o jornalista Flávio Tavares, um dos presos políticos trocados pelo embaixador norte-americano Charles Burke Elbrick; e a deputada federal Janete Capiberibe (PSB-AP). Na abertura do evento, às 11h, será exibido o documentário O dia que durou 21 anos, de Camilo Tavares.

Na Câmara, Maria Thereza Goulart, viúva do ex-presidente João Goulart, estará presente à sessão solene. Casa também inaugurará o “O ano da democracia, da memória e do direito à verdade” — agenda de eventos políticos, culturais e educativos que se estenderá até o fim do ano.
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