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Atividades da Semana de Ciência e Tecnologia atrai visitantes

Além de descobertas, alunos são estimulados a debaterem sobre sustentabilidade e impactos sociais

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postado em 19/10/2016 22:08 / atualizado em 20/10/2016 13:39

 

Gabriela Studart/Esp. CB/D.A Press

 

O Planetário de Brasília e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desenvolvem atividades que compõem a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SMCT) que ocorre concomitantemente em todo o país com o tema “Ciência alimentando o Brasil”. Quem visita estes locais, pode, dentre outras opções, participar de palestras, dinâmicas e mostras até sexta-feira (21).

No Planetário, estudantes de escolas públicas e particulares são convidados para oficinas de reutilização de alimentos, construção de foguetes e carros-foguetes com reciclagem de garrafas pet e papelão, além de documentários e exposições. O Coordenador do Planetário, Airton Lugarinho, afirma que o objetivo principal da SNCT é seduzir os jovens para a ciência e quebrar a barreira entre eles e disciplinas como química, física e matemática. “Podemos ter a ciência pura sem tecnologia, mas não podemos ter tecnologia sem ciência. A juventude muitas vezes não imagina que por tás de um apertar de botão existe conhecimento científico”, diz. As atividades no espaço ocorrem das 8h às 21h.

 

 

A Meteorologista, Andrea Ramos, explica como os satélites apóiam a agricultura no estande do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) que está nas dependências do Planetário. “O estande tem como função explicar o que faz a meteorologia, pois muitos a veem somente como previsão do tempo. Ela tem também outras vertentes como o da pesquisa. Falamos sobre os equipamentos, estações automáticas e estações convencionais para os visitantes. O Inmet está vinculado ao Ministério de Agricultura e oferece relatórios e laudos, informando a influência de determinadas situações sobre a produção de alimentos como feijão e soja”, esclarece.

A estudante do Centro Educacional São José, Maria Eduarda Gomes, 13, esteve atenta às informações. “Aprendi muitas coisas que antes desconhecia. Aqui tem técnicos que nos ajudam a entender como funciona a meteorologia, as imagens de satélite e curiosidades. Eu não sabia, por exemplo, que no deserto também pode fazer frio e que tem muitas estrelas bonitas no hemisfério sul ”, diz.


Gabriela Studart/Esp. CB/D.A Press


A Fiocruz promove uma exposição em formato de labirinto chamada "Aventura Alimentar", instalada na Universidade de Brasília (UnB). Wagner Vasconcelos, um dos coordenadores da exposição, lembra que o tema geral da semana está diretamente ligado à saúde. Para ele, o evento é uma boa oportunidade para se pensar os impactos da humanidade na natureza e na sociedade. “Um dos principais objetivos dessa exposição é fazer avaliação crítica acerca da cadeia alimentar. O mais interessante é a discussão que se estimula entre os alunos. Montamos uma réplica de supermercado, onde ensina-se como escolher os alimentos, ler os rótulos, saber quais informações são realmente importantes e identificar as artimanhas que a indústria utiliza para enganar os consumidores e camuflar os perigos de substâncias nocivas”, avalia. A exposição está aberta das 8h às 18h no câmpus Darcy Ribeiro da UnB até sexta-feira (21).


Gabriela Studart/Esp. CB/D.A Press
Gabriela Studart/Esp. CB/D.A Press


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