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Professores e servidores do IFB decidem hoje se entram em greve

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postado em 22/06/2012 11:06

Professores e servidores do Instituto Federal Brasília (IFB) vão decidir hoje, no fim da tarde, se vão entrar em greve. Já foram realizadas assembleias em seis unidades do Instituto. Depois de assembleias nos dois câmpus restantes, Planaltina e São Sebastião, haverá uma posição final sobre a paralisação.

O movimento é único para educadores e servidores técnico-administrativos. Eles pedem a reestruturação das duas carreiras, democratização das relações de trabalho e aprovação de carga horária de 30 horas para os técnico-administrativos. Confira a pauta completa no link.

As greves em institutos tecnológicos federais fica cada vez maior. O último quadro de grave, divulgado ontem, aponta que há 48 seções sindicais e 144 câmpus parados em 20 estados.

Assembleias do IFB

Nos câmpus Brasília e Taguatinga, servidores e professores ficaram divididos e houve empate. Já nos câmpus Samambaia, Gama e Taguatinga Centro, a maioria dos presentes são favoráveis à paralisação. No Riacho Fundo, a maior parte é contra a suspensão das aulas. A decisão final vai acontecer hoje, no fim da tarde, depois das assembleias de Planaltina e São Sebastião.

Segundo Magno Oliveira, professor de matemática e coordenador da seção sindical do IFB no Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe), a resolução não será baseada em número de câmpus a favor ou contra, mas sim, no número de técnicos-administrativos e professores que querem aderir à greve.

“O melhor é ter adesão total ou ter adesão nenhuma. Apesar disso, cada servidor tem o direito individual de aderir ou não ao movimento”, destaca Magno. Ele avalia que há um contexto favorável a greves pela educação. “Com a greve das universidades federais, do Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) e da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Públicas Brasileiras (Fasubra), a greve fica mais forte”.

Atualização


O professor Magno Oliveira informa que na assembleia em Planaltina, finalizada por volta das 12h, a maioria votou contra a greve. Apesar disso, ele ressalta: "Foi praticaemente um empate. Não estou com a ata para lembrar as quantidades certinho, mas foram números muito próximos".

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