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Ministro da Educação diz que não há margem para reajuste maior a professor

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postado em 17/07/2012 19:22

Paula Filizola , Mariana Niederauer

Após encontro com os 42 reitores membros da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) nesta terça-feira (17/7), o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que a proposta feita pelo governo para os professores das federais é o limite. Segundo o ministro, não há margem fiscal para oferecer aumento salarial superior ao anunciado na última sexta-feira (13).

Durante a conversa, ele fundamentou a proposta do governo federal de reajuste aos docentes federais e pediu apoio do grupo para garantir o fim da greve em 56 das 59 universidades federais, deflagrada há dois meses. O ministro se disse otimista quanto ao andamento das negociações e afirmou que uma parceria com os reitores neste momento é essencial para o restabelecimento das atividades acadêmicas.

Segundo o reitor da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo de Sousa Junior, a reunião com o ministro foi para esclarecer todos os argumentos que sustentam os itens da proposta apresentada pelo governo federal. Segundo ele, Mercadante garantiu que a prioridade no momento é conciliar as reivindicações dos professores com a política de estabilidade econômia do governo, em meio a atual crise internacional.

A sugestão do Executivo está sendo avaliada individualmente pelas assembleias das universidades. Na avaliação do reitor da UnB, o movimento grevista tem mostrado satisfação pelo fato de o governo federal ter apresentado uma proposta, apesar de considerar alguns pontos como insatisfatórios. A assembleia da UnB se reúne nesta quinta-feira (19/7) para avaliar a proposta.
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