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Resultado das assembleias indicam rejeição unânime à proposta de reestrução

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postado em 23/07/2012 05:00 / atualizado em 11/08/2012 12:39

Mariana Niederauer

Durante toda a semana passada — de 16 a 20 de julho — os docentes das universidades federais em greve desde 17 de maio analisaram a proposta de reestruturação da carreira apresentada pelo governo em 13 de julho. Neste fim de semana (22 e 23/7) o comando nacional de greve analisou o resultado de todas elas e concluiu que a proposta foi rejeitada “massivamente”.

“As deliberações reafirmam princípios e fundamentos da carreira do Andes-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), bem como a necessidade de melhoria das condições de trabalho e valorização salarial”, divulgou em nota o comando nacional de greve do Andes-SN.

Está marcada para as 14h desta segunda-feira (23/7) nova reunião com o governo federal para dar continuidade às negociações. Apesar de o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ter afirmado que essa é a proposta final, já que não há margem fiscal para conceder aumento salarial maior aos docentes, os grevistas pretendem apresentar uma contrapoposta.

Reforço


No comunicado oficial o Andes-SN também reiterou a necessidade de intensificação do movimento para fortalecer o processo de negociação e convocou professores e internautas a participarem de um tuitaço das 12h às 14h, usando a hashtag #falaSerioMercadante.

Divergências


Também participará do encontro com o governo federal a Federação de Sindicatos de Professores de Instituições Federais de Ensino Superior (Proifes). A entidade foi contrária à decisão do Andes-SN de decretar greve nacional, mas concorda que, no caso de parte da categoria, a proposta apresentada não será suficiente sequer para repor a inflação estimada para o período de 2013 a 2015.

Entre os pontos de divergência da proposta do governo e as reivindicações dos professores, está a equiparação salarial com a carreira de Ciência e Tecnologia que, de acordo com os cálculos do Proifes, não foi alcançada, ao contrário do que afirma o governo.

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