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2º turno da eleição para reitor da UnB começa com pouco movimento

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postado em 11/09/2012 11:09 / atualizado em 11/09/2012 15:15

O 2º turno das eleições para reitor da Universidade de Brasília (UnB) começou com pouco movimento. No 1º turno, a justificativa para o baixo número de pessoas votando era a greve de professores e servidores. Agora, no 2º turno, uma explicação possível, da mesa de eleição, é o horário de aulas e a expectativa é que muita gente vote, hoje e amanhã, em horário de almoço.

Os dois candidatos ao mais alto posto da universidade são Márcia Abrahão (chapa 80), do Instituto de Geociências, e Ivan Camargo (chapa 86), da Faculdade de Tecnologia (FT). Nesta manhã, eles caminham pelos corredores do Instituto Central de Ciências (ICC) estimulando alunos, professores e servidores a votar.

Márcia Abrahão votou às 14h30, no ICC Sul, e se disse confiante: "Professores, servidores e alunos estão muito animados com a eleição, o clima é contagiante. A última pesquisa que fizemos mostrou que eu ganhei 300 adesões no Facebook nos últimos dias, estou muito confiante". O candidato à vice-reitoria da chapa 80, Marcelo Bizerril, votou por volta das 11h40 no câmpus de Planaltina.

Ivan Camargo votou às 11h35 na FT, onde três de seus filhos estudam. Agora, ele vai acompanhar a candidata à vice-reitoria de sua chapa, Sônia Báo, que vota no Instituto de Biologia. Depois, pretende visitar todos os outros locais de votação. Ele também se disse confiante com relação ao pleito e espera uma participação expressiva, maior do que a do primeiro turno.

Ester Carneiro, estudante de serviço social e residente multiprofissional no Hospital Universitário de Brasília (HUB), foi a primeira a votar na urna instalada no HUB. “Eu não votei no 1º turno porque achei que residente não podia votar. Agora, que descobri que pode, vou votar no 2º turno. Escolhi a Márcia Abrahão porque sua campanha valoriza a capacitação técnica”, comentou Ester.

O professor João Gondimo, do Instituto de Computação, votou em Ivan Camargo no 1º e no 2º turno. Ele explica o motivo: “O maior motivo da minha escolha é que não quero a continuidade da crise de gestão da universidade. Precisamos de uma pessoa que vá unir os segmentos da UnB, precisamos da UnB unida”.

A professora do Departamento de Nutrição Rosemeire Furumoto conta que vai escolher entre as duas chapas analisando aspectos que ela julga importantes: “Vou escolher entre as propostas julgando ampliação do número de salas de aula, valorização do trabalho dos professores da graduação em detrimento da pós-graduação, e fornecimento de recursos de trabalho como papel, cartucho de impressora, papel higiênico e sabão”. Rosemeire, porém, prefere não revelar quais foram sua escolha.

 

 

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