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As corujas

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postado em 15/10/2012 10:00 / atualizado em 15/10/2012 10:01

As aulas de literatura no Colégio Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, no Lago Sul, nunca mais foram as mesmas desde que as professoras se tornaram pássaros da sabedoria. Isso mesmo! Há seis anos, essas “tias” deixaram os jalecos brancos de lado para usarem asas e bicos e se transformarem em corujas: são as Corujilas. Na escola é lei: toda aula de literatura tem Corujila. E ser Corujila é mais que vestir uma fantasia, é instigar a imaginação dos alunos enquanto conta histórias e propõe atividades como pintar, desenhar e escrever. A Corujila do ensino fundamental é Miriam Lorena Peçanha, 47 anos. A da educação infantil é Eyla Marinho, 38. Miriam conta como tudo começou:

— Sentia falta de fazer os alunos gostarem de ler. A fantasia veio para atrair as crianças para a leitura.

Agora, os estudantes não leem mais por obrigação. Até quem ainda não sabe ler fica encantado pelas páginas coloridas e cheias de figuras, como Gabriel Ribeiro e Carmem Sofia Flach, ambos de 5 anos. Maria Eduarda Santos, 6, explica por que a aula da Corujila é tão boa:

— É nessa hora que a gente sente que é muito bom estudar, ler e aprender.

Guilherme Carreiro, 8 anos, conta por que a coruja é o melhor animal para a literatura:

— A coruja é sábia e está sempre atenta às crianças e aos livros, mas sabe ser engraçada e brincalhona.

Marina Salimon, 10 anos, tem aulas com a Corujila Miriam há cinco anos. Mesmo sendo mais crescidinha, gosta dessa aula à fantasia:

— A fantasia incentiva a criatividade e a imaginação. A Miriam dá voz aos personagens e entra nas histórias, é uma professora amorosa e entusiasmada.
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