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Cristovam defende instituição de uma carreira nacional para professores

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postado em 25/03/2013 17:37

Agência Senado

O senador Cristovam Buarque (PDT-DF) voltou a defender, nesta segunda-feira (25), a criação da carreira nacional do magistério, com direitos e deveres comuns a todos os professores do país. O senador afirmou que todo brasileiro tem direito a um ensino de qualidade e que a carreira nacional de professor ajudaria na solução de problemas como o não cumprimento do piso salarial dos professores por parte de alguns estados e municípios.

- É nisto que venho insistindo: na ideia de uma carreira nacional de professor, uma carreira de Estado, em que o professor seja como o funcionário do Banco do Brasil, da Caixa Econômica, do Ministério Público, da Justiça, do Senado, da Câmara, de qualquer dos órgãos do Estado brasileiro – disse.

O senador recordou que a lei que instituiu o piso salarial para professores teve origem em um projeto de sua autoria e demandou muita luta. Ele lamentou que estados ricos como Minas Gerais e Rio Grande do Sul não estejam pagando o piso aos seus professores.

- Por que o professor de uma criança que nasce em um estado ganha o piso e o professor de um menino que nasce em outro Estado não ganha o piso? Não são brasileiros os dois? Por que o Brasil nega a alguns brasileiros a educação e oferece, ainda que ruim, a outros? – indagou.

Cristovam explicou que a "federalização" da educação ajudaria as prefeituras que não possuem recursos suficientes para pagar o piso, já que o ônus seria assumido pela União.

- O federalismo tem que ter um ponto que ninguém possa contestar: escola igual para todos. Existe um federalismo bom e um ruim. O federalismo ruim é o que diz: Cada Estado que se vire. O federalismo bom é o que diz: A escola vai ser igual para todos – afirmou.

Em aparte, os senadores José Agripino (DEM-RN) e Ana Amélia (PP-RS) elogiaram Cristovam pelo pronunciamento e afirmaram que uma boa educação é fundamental para a competitividade do país. Para os senadores, o Brasil será ultrapassado, em termos de competitividade no plano internacional, se não revolucionar a área da educação.

- O que V. Exª quer, na verdade, é uma coisa que é a obrigação de quem faz política no Brasil perseguir, que é fazer do Brasil um país competitivo – disse Agripino.

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