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Professores do DF voltam à Praça do Buriti para avaliar as promessas do GDF

Aproximadamente 1,5 mil docentes se reuniram em assembleia na manhã desta quinta-feira (9)

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postado em 09/04/2015 11:33 / atualizado em 09/04/2015 17:45

Kelsiane Nunes /Especial para o Correio

Kelsiane Nunes/Esp.CB
Durante a manhã desta quinta-feira, cerca de 1,5 mil professores, segundo informações do Sindicato dos professores (Sinpro) se reuniram em assembleia na praça do Buriti para verificar o cumprimento do plano de carreira, avaliar a política de educação do Governo do Distrito Federal (GDF) e eleger representantes para comissão de negociação para discutir com o governo revindicações dos professores durante o segundo semestre deste ano. A reunião foi marcada na última assembléia, em 27 de março, quando a categoria exigia do governo o pagamento dos salários atrasados.

Assim como prometido, o GDF pagou o 13º salários dos professores que fazem aniversário em dezembro - o pagamento é feito de acordo com o mês de nascimento do servidor-, rescisão contratual dos professores temporários e férias dos professores efetivos e temporários. Porém, o sindicato alega que a categoria tem outras demandas. “A nova pauta de negociação tem reivindicações como isonomia salarial, plano de saúde e principalmente melhoria nas condições de trabalho, como a redução do número de alunos por sala de aula e mais segurança nas escolas”. 

A categoria decidiu ficar em estado de mobilização e farão 5 plenárias - reuniões setoriais - entre os meses de abril e maio e agendaram assembleia geral, com compactação de horário, em 17 de julho às 14h30, na praça do Buriti.  A reunião de hoje não teve grande participação dos professores. Para a diretora do Sinpro Nilza Cristina Santos a baixa movimentação se deve ao foto do GDF ter pago as dívidas relativas aos benefícios que estavam atrasados. “Muitos professores não vieram hoje porque os débitos salariais foram resolvidos, mas precisamos continuar com assembleias e reuniões para garantir o cumprimento de outros benefícios e melhorias nas condições de trabalho ”, afirma.

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