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Professores da UnB rejeitam greve

Docentes se reuniram em assembleia nesta quarta-feira (17) para votar o assunto. Número de universidades federais paradas chega a 30

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postado em 17/06/2015 12:12 / atualizado em 17/06/2015 13:01

Mariana Niederauer

Gustavo Moreno/CB/DA Press

Os professores da Universidade de Brasília (UnB) não vão aderir ao movimento grevista das instituições de ensino superior federais, iniciado em 28 de maio. Os docentes se reuniram nesta quarta-feira (17) para decidir sobre o assunto, no auditório da Faculdade de Tecnologia. O placar de votações foi fechado em 147 a favor, 243 contra e 4 abstenções.

Não foram convocadas novas assembleias. Para o presidente da Associação dos Docentes da UnB (ADUnB), Vadim Arsky, a possibilidade de greve de professores neste semestre é remota. "Vamos convocar uma reunião do conselho de representantes, que poderá definir nova assembleia para discutir o assunto, mas é difícil que haja greve antes do fim deste semestre", disse. As aulas da UnB estão marcadas para terminar em 11 de julho.

Docentes de 30 instituições aderiram à paralisação, de acordo com informe divulgado na última sexta-feira (12) pelo Sindicato Nacional dos Docentes e Instituições de Ensino Superior (Andes). Os servidores da UnB e de outras 60 universidades e institutos federais cruzaram os braços.

As principais pautas da greve nacional são melhores condições de trabalho, reestruturação da carreira, valorização salarial de ativos e aposentados, garantia de recursos públicos suficientes para a expansão com qualidade das instituições federais.

Confusão
Durante a assembleia, houve discussão entre professores que divergiam sobre o assunto. Logo no início da reunião, também houve tumulto porque alunos foram impedidos de entrar no auditório. Apenas representantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) puderam falar. Segundo a ADUnB, a assembleia não pôde ser realizada no Centro Comunitário e, como o espaço era limitado, o acesso de alunos foi restrito.

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