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Professores decidem continuar em greve

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postado em 27/10/2015 12:26 / atualizado em 27/10/2015 19:37

Tatyane Mendes/ Esp. CB/DA Press
Em assembleia realizada em frente à Câmara Legislativa, na manhã desta terça-feira (27), os professores da rede pública do Distrito Federal decidiram continuar com a greve que já dura 12 dias, mesmo com o anúncio feito pelo governador Rodrigo Rollemberg de que vai cortar os salários dos servidores que não foram trabalhar. Depois da decisão, os grevistas seguiram para a Praça do Buriti, onde se juntaram aos demais servidores que também estão de braços cruzados.

 

Os professores cobram do GDF o pagamento da última parcela do reajuste  salarial, que deveria ter sido paga em setembro, com base em acordo firmado em 2013, durante o governo de Agnelo Queiroz. A classe está revoltada com a falta de pagamento e o descaso do governo com as condições dos professores. 

 

 

Tatyane Mendes/ Esp. CB/DA Press
Com a continuidade da greve, o Sindicato dos Professores planejou atos para manter a mobilização da categoria. Amanhã (28), os grevistas farão atos pela amanhã e depois realizarão carreata  no Plano Piloto, com concentração às 13h, no Estádio Mané Garrincha, onde seguirão para uma série de manifestações durante toda a tarde.  

 

A Secretaria de Educação do DF não soube precisar, na manhã desta terça-feira, o total de professores paralisados. De acordo com a pasta, cada escola tem a própria gestão e, por isso, é possível que, dentro de uma mesma instituição de ensino, uma turma tenha aula e outra não. Ontem (26), segundo a secretaria, foi registrada adesão ao movimento de cerca de 7,5 mil professores, ou seja, 30% de todo o efetivo do DF (aproximadamente 25 mil educadores). Há, no Distrito Federal, 657 escolas da rede pública. 

 

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