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Escolas aderem à greve depois de ato violento contra professores

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postado em 29/10/2015 15:24 / atualizado em 30/10/2015 16:01

Após a ação violenta da Polícia Militar ocorrida na tarde de quarta-feira (28) contra os professores durante protesto pelo pagamento do reajuste salarial da categoria, a adesão de escolas da rede pública de ensino à greve aumentou em torno de 20%, segundo Rosilene Corrêa, diretora do Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) . Segundo o sindicato, após reuniões realizadas hoje (29) pelos diretores dos centros de ensino, todas as escolas do Gama, Ceilândia e Santa Maria fecharam as portas em apoio aos docentes agredidos. No Plano Piloto, o número de escolas paralisadas é 32, de acordo a diretora do sindicato. A Secretaria de Educação não soube precisar o número de escolas que fecharam após o ato da categoria.

Na manhã desta quinta-feira (28), cerca de 300 professores da rede pública do DF se dirigiram à Residência Oficial de Águas Claras em ato público em favor da greve da categoria. Ainda nesta quina-feira, às 14h, o sindicato formalizará denúncia contra o governador Rodrigo Rollemberg, devido às agressões praticadas contra os professores. Às 16h, representantes do sindicato dos professores em conjunto com outras categorias como de limpeza, bancários, vigilantes, e rodoviários devem se concentrar na Praça Zumbi dos Palmares (Conic) para grande ato na Rodoviária do Plano Piloto com o intuito unir a classe trabalhadora e mostrar o descontentamento com a política do governo atual do Distrito Federal. Os manifestantes devem fazer panfletagem e conversar com a população. Nesta sexta-feira, às 9h30, a categoria fará assembléia geral na Praça do Buriti.

 

 

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