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Correio Braziliense

Paralisação deve afetar aulas na UnB, no IFB e nas escolas da rede pública

Sinpro, Sintfub, AdUnB e Sinasef estão entre os sindicatos que vão aderir, na quarta-feira (24), ao movimento Ocupa Brasília , que deve reunir 100 mil pessoas na expectativa de centrais sindicais

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postado em 23/05/2017 20:56 / atualizado em 23/05/2017 21:04

O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), a Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (AdUnB), o Sindicato dos Trabalhadores da Fundação Universidade de Brasília (Sintfub), a seção de Brasília do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasef) e o Sindicato Nacional dos Técnicos de Nível Superior das IFES (Atens) representam categorias que decidiram paralisar atividades nesta quarta-feira (24), visando a participação no ato Ocupa Brasília.

O movimento, cujo objetivo é protestar contra as reformas trabalhista e previdenciária, consistirá numa marcha saindo do Estádio Nacional de Brasília Mané Garrincha em direção ao Congresso Nacional, a partir das 11h. O protesto foi organizado e apoiado por diversas associações e sindicatos que representam trabalhadores. A Força Sindical e as demais centrais esperam reunir 100 mil trabalhadores.

Efeitos na educação


Na Universidade de Brasília (UnB), vários servidores e professores vão aderir à paralisação, mas há casos de docentes que darão aulas normalmente. A Biblioteca Central dos Estudantes (BCE) estará fechada, mas informou que os agendamentos para uso do auditório e da sala de treinamentos serão mantidos: nesse caso, a entrada deve ocorrer pelo acesso dos funcionários, do lado oposto da porta principal do prédio. O Restaurante Universitário (RU) deve funcionar normalmente e divulgou o cardápio previsto para o almoço da quarta-feira (24) que pode ser conferido no site.

As escolas da rede públicas também terão funcionamento prejudicado. Segundo o Sinpro-DF,  o governador Rodrigo Rollemberg (PSB) deu a entender que cortaria o ponto dos professores que aderissem ao movimento. O sindicato, no entanto, reforçou que “não vai se curvar isso e muito menos a propostas que retiram direitos”.