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Expansão será consolidada e estudante cotista terá apoio

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postado em 10/04/2013 15:02 / atualizado em 10/04/2013 15:06

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ressaltou nesta quarta-feira, 10, que uma das prioridades da educação superior brasileira é consolidar a expansão. Nos últimos dez anos, as matrículas cresceram 150% — hoje, são 6,7 milhões. Mais de 1,2 milhão de estudantes foram beneficiados pelo Programa Universidade para Todos (ProUni). Os números do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) apontam a assinatura de mais de 800 mil contratos, dos quais 140 mil para financiar cursos de engenharia. Até 2003, o país contava com 148 câmpus de universidades federais, em 114 municípios. Em 2010, o número chega a 274 unidades, em 230 municípios. Até 2014, serão criadas mais quatro universidades federais. Serão 63 instituições, com um total de 321 câmpus em 275 municípios. “A expansão teve algumas dificuldades, afinal, quase triplicamos o número de alunos em uma década”, disse o ministro. “Mas era indispensável que fosse feita. Vamos continuar expandindo o acesso.” Cotas — “A inclusão de estudantes de escolas públicas na universidade é motivação ainda maior”, disse Mercadante. Ele lembrou que, em 1997, apenas 0,5% dos 20% mais pobres do Brasil tinham acesso à educação superior. Entre os negros, só 2%. “Com a Lei de Cotas, o quadro já está mudando. A diferença de notas nos cursos mais concorridos entre cotistas e não cotistas é pequena.” O ministro afirmou que o MEC tem trabalhado para que os cotistas ingressem e permaneçam na universidade. “É necessário ter tutoria, reforço na área pedagógica e bolsas de assistência”, destacou. Uma das ações do MEC nesse sentido é o Programa Nacional de Assistência Estudantil (Pnaes).  Os recursos do programa foram ampliados, de R$ 126 milhões em 2008 para R$ 600 milhões em 2013.
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