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Neste domingo, candidatos fazem provas de redação, de línguas e matemática

No sábado (26/10), a quantidade de pessoas que chegaram atrasadas surpreendeu negativamente os organizadores

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postado em 27/10/2013 08:01

Grasielle Castro /Correio Braziliense , Maria Júlia Lledó

Agência Brasil/Divulgação


Com regras mais rígidas, os candidatos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) enfrentam hoje a temida redação. Desta vez, não vai ter facilidade para quem puser no meio do texto inserções indevidas como a receita de miojo e o Hino do Palmeiras — casos registrados no ano passado. Na ocasião, os autores das brincadeiras tiraram uma nota mediana. Agora, a prática resultará em nota zero. Ontem, o balanço do primeiro dia de prova foi considerado positivo. Chamou atenção da organização a quantidade de pessoas que chegaram atrasadas, mesmo com a regra de que ninguém entra depois que os portões forem fechados.

A alta procura pelo endereço onde seria aplicada a prova também surpreendeu. Entre 12h e 12h59, 22 mil pessoas acessaram a página do Enem para ver o local da prova. “Com esse tipo de improvisação, é difícil chegar na hora”, criticou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante. Entre os que perderam a prova está Dominique Mantuano, 19 anos, do Rio de Janeiro. Ela disse que passou a noite estudando e acordou atrasada. “O jeito é tentar de novo no ano que vem”, lamentou. Hoje, os portões abrirão às 12h, a prova começará às 13h e terá duração de 5h30. O ministério reforça que o tempo mínimo em sala é de duas horas, sob pena de desclassificação, mesmo que o fiscal não informe a punição.

Além dos atrasos, o primeiro dia de provas teve episódios inusitados. Em Teresina, uma jovem entrou em trabalho de parto enquanto fazia a prova. A estudante de 20 anos deu à luz a uma menina — ano passado, outra candidata também teve a bolsa rompida na hora da prova. Outro caso de reincidência foi a prática de tirar fotos do cartão de respostas da prova nas redes sociais. Neste ano, ela já custou a desclassificação a 24 candidatos, segundo o balanço do Ministério da Educação (MEC). Segundo Mercadante, a maioria é pagante e um deles tem 39 anos. O ministro acredita que sejam alunos de escolas particulares. Em 2012, 65 foram eliminados pelo mesmo motivo.

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