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Para candidatos, prova da PCDF foi fácil

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postado em 11/11/2013 14:00

Ana Carolina Dinardo

A confiança prevaleceu ontem, no final da tarde, quando cerca de 28 mil candidatos fizeram as provas para agente da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), umas das mais esperadas pelos concurseiros. De maneira geral, os candidatos não tiveram problemas para acessar os locais de aplicação dos exames. E contaram, ainda, com 10 minutos de tolerância para o fechamento dos portões. A seleção ofertou 300 vagas imediatas e 600 para formação de cadastro reserva. Quem passar terá salário inicial de R$ 7.890,05, para 40 horas semanais de trabalho.

Os concorrentes tiveram quatro horas e meia para responderem itens sobre língua portuguesa, noções de informática, raciocínio lógico, atualidades, noções de direito constitucional, administrativo, penal, processual penal, legislação específica e penal extravagante.

Para os aprovados na prova escrita — que incluiu questões objetivas e subjetivas — a seleção envolverá, nas próxima fases, teste de capacidade física, avaliação psicológica, sindicância de vida pregressa, investigação social, avaliação de títulos e curso de formação profissional.

Boa parte dos candidatos afirmou que as provas foram fáceis e acrescentou que o conteúdo estava conforme o previsto no edital. O estudante Pedro Gonçalves Amarantes, 31 anos, disse que respondeu quase todas as questões do certame da PCDF de “forma tranquila”. “Só achei a parte de português um pouco complicada, mas consegui fazer tudo”, contou ele, que se dedicou durante três meses aos estudos. Apesar da forte concorrência, ele acredita que será aprovado. “Estava preparado para fazer a prova e estou confiante quanto ao resultado”, concluiu.

Já a candidata Aline Silva dos Santos, 35, considerou que as questões estavam com um grau de dificuldade acima do esperado. “Fiquei confusa em vários momentos. Na parte de legislação específica, só respondi uma”, lamentou. Ela disse ter sido atrapalhada pelo nervosismo. “Sei que me preparei muito para esse concurso. Talvez tenha faltado equilíbrio emocional mesmo. Acho que não passei”, previu.

Houve candidatos que deixaram os locais de prova comemorando. “Com certeza, fui aprovado”, afirmou o estudante Guilherme Medeiros, 28. Para ele, o certame estava bem elaborado. Ele acredita que conseguiu “driblar as questões” e respondê-las corretamente. “A parte de legislação específica foi a mais complicada, mas respondi quase tudo. Deixei só duas em branco”, detalhou ele, que se dedicou durante quatro meses para ter a chance de se tornar policial.

Para a estudante Larissa Oliveira, 25, a prova não foi difícil. “Estava bem confiante e sei que tenho grandes chances de passar. Estou torcendo”, comentou. “Meu sonho é ser policial. Acredito que vou realizar meu desejo.”
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