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Parlamentares discordam sobre benefícios das mudanças no Fies

O público podeenviar perguntas e debater o assunto por meio da sala de bate-papo do portal e-Democracia.

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postado em 25/03/2015 13:43

Agência Câmara

Na avaliação do líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), as mudanças promovidas no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), do Ministério da Educação (MEC) se incluem em um quadro de “estelionato eleitoral praticado pela presidente Dilma”. O tema é debatido neste momento em comissão geral no Plenário da Câmara.

 

“Até a eleição, tínhamos um País que era digno de uma situação privilegiada: inflação sob controle, juros não subiriam. No campo das políticas públicas, o Fies era tido como referência para o governo. No entanto, o Fies, passada a eleição vive um momento diferente”, afirmou o líder.

 

Mendonça Filho disse ainda que o Orçamento da União para este ano não dá a garantia de renovação de 1,9 milhão vagas do programa, como anunciado pelo governo, nem das 200 novas mil vagas. “Devem faltar R$ 5,5 bilhões para cumprir a meta do governo”, afirmou ele.

 

Nota mínima Por sua vez, o deputado Domingos Neto (Pros-CE) defendeu os critérios do governo relativos ao Fies, como a nota mínima. “É uma necessidade. Estamos falando de financiamento, mas a juros subsidiados do governo. A meritocracia deve sim fazer parte disso. O grande beneficiado deve ser o estudante”, afirmou.

 

O limite no reajuste das mensalidades também é justo, na opinião de Domingos Neto, uma vez que houve “uma evolução nos custos das faculdades privadas do País”. Por outro lado, ele disse que os critérios de renda devem ser mais rigorosos, a fim de que o maior beneficiário seja o estudante que não consegue pagar uma faculdade privada.

 

Participação popular
Nesta audiência, o público poderá enviar perguntas e debater o assunto por meio da sala de bate-papo do portal e-Democracia.

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