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Enem

Nutricionista faz recomendações para alimentação antes do exame

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postado em 01/11/2016 21:01

Portal MEC /MEC

No dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), cada movimento importa. E, nesse planejamento, as refeições podem ter um papel importante para a manutenção da concentração do candidato. “A alimentação tem efeito crônico no organismo. Isso depende de como o candidato se alimentou na semana, até mesmo no mês do exame: pode ter um efeito positivo ou negativo. Quem consome muita comida industrializada, por exemplo, pode ter prejuízo no rendimento”, comenta o nutricionista André Heibel.

O especialista recomenda cortar todo tipo de corante, adoçante e edulcorante. “Esses alimentos prejudicam a concentração. Por outro lado, o suco de uva, por exemplo, é rico em resveratrol, que auxilia na memória. O chá verde tem bastante catequina, ajuda na concentração e no foco”, cita André. Outra dica é usar temperos como açafrão e pimenta do reino nos alimentos, que são antioxidantes e, segundo o nutricionista, protegem o cérebro de lesões por estresse.

No dia da prova, a recomendação para o almoço é pegar leve. “Sugiro consumir uma quantidade menor de carboidratos, comer mais tubérculos, arroz integral e uma boa fonte de proteína, como o salmão, que é rico em Ômega 3”, enumera André. Para o lanche, embora muitos prefiram refrigerantes e salgados processados, a sugestão é levar um chá gelado, castanhas e chocolate 60%.

Para quem não dispensa um sabor adocicado, é melhor levar frutas. “De forma geral, o açúcar influencia nas bactérias do intestino, que podem produzir serotonina no cérebro, o que pode gerar sono durante a prova”, explica o nutricionista. A recomendação para os estudantes sabatistas, que começam a prova às 18h do sábado, é associar a alimentação saudável com uma dose de café com leite, para disfarçar o amargor.

Esportes

Não faltam controvérsias a respeito da prática de atividades físicas nos dias do Enem. Para o nutricionista André Heibel, o exercício não deve ser cortado, desde que feito em ritmo razoável. “Acho que atividade física é muito positiva, libera endorfinas, alivia o estresse. Mas acredito que deve ser algo que o candidato esteja acostumado a fazer rotineiramente, que não interfira na hora da prova”, recomenda.

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