GUIA DE CONCURSOS »

Chances cobiçadas no STM

Os salários, de R$ 11 mil para nível superior e de R$ 6 mil para níveis médio e técnico, tornam as 42 vagas da instituição bastante atraentes

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 07/01/2018 12:57 / atualizado em 08/01/2018 21:46

Marcelo Ferreira/CB/D.A. Press

 

 

As inscrições para o concurso do Superior Tribunal Militar (STM) estão abertas até 15 de janeiro. O certame oferece 42 vagas para níveis médio, técnico e superior em oito estados e no Distrito Federal, local que concentra 26 oportunidades. Fora de Brasília, as cidades com chances abertas são Rio de Janeiro (5), São Paulo (4), Juiz de Fora (2), Manaus (1), Recife (1), Bagé (1), Curitiba (1) e Campo Grande (1). Há, ainda, formação de cadastro reserva em Salvador, Santa Maria (RS), Fortaleza, Porto Alegre e Belém. Quem quiser trilhar carreira pública no órgão terá de passar por provas em 4 de março. Candidatos de nível médio poderão concorrer ao cargo de técnico judiciário administrativo, com 37 vagas, sendo 14 em Brasília.


Em nível técnico, há três oportunidades para quem fez curso em tecnologia da informação. A remuneração para os aprovados em ambos os casos é de  R$ 6.708,53. Todos os postos de nível superior têm salário de R$ 11.006,83. Há chances para graduados em qualquer área, além de formados em ciências contábeis, engenharia civil, estatística, letras - língua portuguesa, serviço social e direito. O concurso recruta ainda graduados ou pós-graduados em tecnologia da informação. As matérias comuns a todos são língua portuguesa e direito administrativo. Para níveis médio e técnico, caem ainda administração geral e pública e noções de arquivologia. No caso das funções de ensino superior, entram no conteúdo básico também língua inglesa, direito constitucional, contabilidade, qualidade no atendimento ao público e noções de informática.

Preparação


Renato Baggio, professor de inglês do Aprova Concursos, percebe que a grande dificuldade dos alunos na disciplina é a compreensão de adjetivos, conjunções e interpretação de texto. “A solução é se envolver com a língua inglesa de todas as formas possíveis. É preciso aprender a traduzir textos, assistir a filmes e séries com o áudio original e legenda em português, ouvir músicas e traduzi-las”, orienta. Baggio cita, ainda, a possibilidade de os alunos se matricularem num curso, nem que seja a distância. Para candidatos que não têm condições de arcar com os custos, o professor comenta que há aplicativos de celular que ajudam a sanar dúvidas.


Professor de direito administrativo no Estratégia Concursos, Érick Alves observa que o conteúdo cobrado no certame sobre a matéria não será extenso. “É bem básico. Priorize as leis nº 8.112/1990 (regime jurídico dos servidores públicos) e nº 8666/1993 (normas para licitações e contratos)”, afirma. O docente acredita que as questões não deverão ser muito difíceis. “Apesar disso, é preciso dedicar tempo para os estudos e ser disciplinado. Não há quantitativo mínimo de horas para revisar o conteúdo, isso varia, mas é preciso ler a legislação com atenção.”


Auditor público externo do Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul (TCE-RS) e graduado em ciências contábeis pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Gilmar Possati destaca que, em contabilidade, as bancas costumam cobrar os Comitês de Pronunciamentos Contábeis (CPC). Por isso, é preciso priorizar o tema. “São cerca de 40 CPCs, então é um conteúdo extenso. A dica é não estudar o assunto de forma solta, mas amparada com material de apoio, como apostilas, provas anteriores, videoaulas…”, diz. Balanços e detalhamentos patrimoniais também merecem revisão. “Esse tema é cobrado porque todo contador do serviço público precisa dominar o conteúdo”, conclui.

Cadê minha vaga?


Formado em gestão pública pelo Centro Universitário Projeção, Lohan Ferreira, 27 anos, tentará uma vaga de técnico judiciário administrativo. “Escolhi essa área porque o conteúdo foi visto na faculdade e também porque é um cargo com muitas vagas”, justifica. Ele estuda quatro horas por dia entre segunda e sexta-feira. Lohan acredita que não é tempo suficiente, mas está confiante. “Eu tenho experiência em concursos de nível médio, fiz vários. Além disso, eu tenho muito material de estudo em casa.”

 

Passe bem / Língua inglesa

 

Cheap, easy credit might have been tempting to young people in the past, but not to today’s millennials. According to a recent survey by Bankrate of over 1,161 consumers, 63% of adults ages 18 to 29 live without a credit card of any kind, and another 23% only carry one card.

The impact of the Great Recession

Research shows that the environment millennials grew up in might have an impact on their finances. Unlike other generations, millennials lived through economic hardships during a time when their adult lives were beginning. According to the Bureau of Labor Statistics, the Great Recession caused millennials to stray from historic patterns when it comes to purchasing a home and having children, and a fear of credit cards could be another symptom of the economic environment of the times. And there’s much data when it comes to proving that millennials grew up on shaky economic ground. The Pew Research Center reports that 36% of millennials lived at home with their parents in 2012. Meanwhile, the unemployment rate for people ages 16 to 24 was 14.2% (more than twice the national rate) in early 2014, according to the BLS. With those figures, it’s no wonder that millennials are skittish when it comes to credit cards. It makes sense that young people would be afraid to take on any new forms of debt.

A generation plagued with student loan debt
But the Great Recession isn’t the only reason millennials could be fearful of credit. Many experts believe that the nation’s student loan debt level might be related to it. According to the Institute for College Access & Success, 71% of millennials (or 1.3 million students) who graduated from college in 2012 left school with at least some student loan debt, with the average amount owed around $29,400. With so much debt already under their belts, millennials are worried about adding any credit card debt to the pile. After all, many adults with student loan debt need to make payments for years, and even decades.

How millennials can build credit without a credit card
The fact that millennials are smart enough to avoid credit card debt is a good thing, but that doesn’t mean the decision has its drawbacks. According to Experian, most adults need a positive credit history in order to qualify for an auto loan or mortgage. Even worse, having no credit history is almost as bad as having a negative credit history in some cases. Still, there are plenty of ways millennials can build a credit history without a credit card. A few tips:
• Make payments on installment loans on time. Whether it’s a car loan, student loan or personal loan, make sure to mail in those payments on time and pay at least the minimum amount required.
• Put at least one household or utility bill in your name. Paying your utility or household bills on time can help you build a positive credit history.
• Get a secured credit card. Unlike traditional credit cards, the funds secured credit cards offer are backed by money the user deposits. Signing up for a secured card is one way to build a positive credit history without any risk. The fact that millennials are leery of credit cards is probably a good thing in the long run. After all, not having a credit card is the perfect way to stay out of credit card debt. Even though it might be harder to build a credit history without credit cards, the vast majority of millennials have decided that the plastic just isn’t worth it. Available at: . Retrieved on: Nov. 10th, 2014. Adapted.

*Millennials é o termo utilizado para se referir a geração de pessoas que chegaram à fase adulta por volta do ano 2000

The main purpose of the text is to
(A) explain the millennials’ credit card affection.
(B) defend the millennials’ fear of credit card use.
(C) describe the millennials’ attitude towards the credit card.
(D) present the millennials’ credit card historical background.
(E) demonstrate the millennials’ need of credit card use to build a credit history.

Tradução da questão:
O principal propósito do texto é
a) explicar a afeição dos millennials pelo cartão de crédito.
b) defender o medo que os millennials têm do cartão de crédito.
c) descrever a atitude dos millennials em relação ao cartão de crédito.
d) apresentar o histórico passado dos millennials em relação ao cartão de crédito.
e) demonstrar a necessidade dos millennials em usar o cartão de crédito para criar um histórico de crédito.

Comentário:
O ideal para se chegar à resposta correta é resolver essa questão por eliminação dos itens errados. O texto a todo momento faz alusão ao comportamento dos millennials frente às suas dívidas e a como lidar com elas, bem como sobre darem conta de sua vida financeira sem o uso de um cartão de crédito.

Questão do concurso do Banco do Brasil, promovido pela Cesgranrio em 2015, para o cargo de escriturário, comentada pelo professor Renato Baggio

Gabarito: letra C

 

O que diz o edital

Concurso público do Superior Tribunal Militar (STM)
Vagas: 42, além de formação de cadastro reserva
Inscrições: até 15 de janeiro pelo site

Taxas: R$ 75 (níveis médio e técnico) e R$ 86 (nível superior)
Salários: R$ 6.708,53 (níveis médio e técnico) e R$ 11.006,83 (nível superior)
Prova: 4 de março de 2018
Locais de prova: DF, AM, SP, RJ, RS, BA, CE, MS, PE, PA e MG

 

 

 

 

*Estagiário sob supervisão de Ana Paula Lisboa