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Ministro do Trabalho comemora bom índice de emprego entre jovens

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postado em 08/05/2013 19:27 / atualizado em 08/05/2013 19:48

 O ministro do Trabalho e Emprego, Manoel Dias, disse hoje (8) que o índice de desemprego entre os jovens brasileiros, de 13,7% em 2012, de acordo com relatório da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta quarta-feira, é fruto das medidas que vêm sendo adotadas para promover a geração de empregos no país. O resultado do Brasil é o menor na série entre 2000 e 2012.

“O Brasil pode comemorar o resultado do relatório, mas não pode se descuidar”, disse o ministro, que participou, na manhã desta quarta-feira (8), de um seminário sobre agroecologia, no Senado.

Os países em desenvolvimento, inclusive o Brasil, se destacaram no relatório da OIT, chamado Tendências Globais de Emprego para a Juventude, por apresentar índices de emprego na faixa etária dos 15 aos 24 anos relativamente melhores do que os dos países desenvolvidos, afetados pela crise financeira internacional.

Segundo ele, no próximo balanço do governo sobre empregos formais, deve haver o aumento do número de trabalhadores com carteira assinada. Os resultados da geração de empregos formais no país são divulgados mensalmente pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).

Segundo o último balanço, o país registrou menos postos de trabalho formais em março do que em fevereiro.

Sobre os novos direitos dos empregados domésticos e o andamento da regulamentação dos pontos ainda pendentes previstos na Emenda Constitucional 72, Dias informou que a comissão mista formada no Congresso está em vias de votar o projeto proposto pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR).

A deliberação sobre a matéria vem sendo adiada devido a vários pontos polêmicos, como a multa de 40% sobre o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) do empregado, em caso de demissão sem justa causa. Na comissão parlamentar, foi cogitada a redução para algo entre 5% e 10%. O ministro do Trabalho reiterou sua posição em favor da multa de 40%.
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