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Coworking S.A.

O número de espaços de trabalho compartilhado no país aumentou 52% em apenas um ano. Brasília vem despontando como sede de diversos estabelecimentos do tipo

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postado em 21/05/2017 12:35 / atualizado em 21/05/2017 13:57

A onda do escritório compartilhado

 

Arthur Menescal
 

Custos mais enxutos para ter acesso a uma estrutura completa e a chance de conviver com profissionais de outras áreas têm atraído cada vez mais adeptos para o coworking. É crescente também o número de empresários que enxergam no modelo a oportunidade de abrir um negócio. No Brasil, há pelo menos 378 espaços de trabalho colaborativo

 

Quem tem uma empresa e deseja um espaço para trabalhar, mas sem os custos e a burocracia necessária para montar uma sede e quem é autônomo e não se adaptou ao home office integra o perfil de potenciais clientes de espaços de coworking, também chamado de trabalho compartilhado ou colaborativo. Nesse tipo de ambiente, os participantes pagam uma mensalidade ou um valor por hora para terem acesso a mesa, cadeira, telefone, internet, sala de reunião, lanchonete, serviço de secretária e limpeza e outras funcionalidades de um escritório.


O formato, classificado como pertencente ao movimento da economia colaborativa, foi criado por Brad Neuberg em 2005, nos Estados Unidos, e tem conquistado adeptos em todo o mundo. O Censo Coworking Brasil, feito pelos portais Movebla, Ekonomio e Coworking Brasil, constatou um crescimento de 52% no número de espaços de trabalho compartilhado no Brasil entre 2015 e 2016 (veja o gráfico Raio-X do trabalho compartilhado). O levantamento computou 11 unidades no DF, mas o Correio encontrou 21 em funcionamento.


A grande diferença do modelo é que o ambiente laboral e, consequentemente, os gastos são divididos. “Os custos de uma estrutura completa são altos e se reduzem bastante no coworking: não é preciso pagar sozinho salário de secretária e contas de aluguel, água e energia”, exemplifica José Roberto Marques, master coach de carreiras e presidente do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC). O modelo também diminui os problemas administrativos. “O profissional não precisa se preocupar se o ar-condicionado ou impressora quebrou”, exemplifica Bruna Lofego, administradora e consultora de espaços do tipo.

Vida em comunidade
Os coworkers (como são chamados os trabalhadores que compartilham espaços) também contam com outra vantagem: a possibilidade de tecer uma ampla e variada rede de contatos. Segundo José Roberto Marques, estar em contato com outros também possibilita mais produtividade. “Existe um fenômeno chamado inteligência coletiva, em que nosso cérebro se torna mais criativo com mais pessoas ao redor”, revela. “Dois anos atrás, empresas como Google e Yahoo trouxeram os funcionários que trabalhavam em home office de volta ao escritório porque perceberam isso”, declara. Rafael Giulianno, especialista em educação corporativa, pondera, no entanto, que não é o espaço físico que proporciona a conexão com outros.


“Muitos empregados de empresas instaladas em espaços de coworking se isolam dos demais e só estão ali utilizando o local”, observa.“A questão é: apenas o ambiente não muda a forma de trabalho das pessoas, é preciso adquirir uma dinâmica de trabalho colaborativa, com cabeça aberta e disposição de construir algo em conjunto”, aponta. De acordo com ele, os que passam por essa experiência com um posicionamento aberto podem achar ideias e soluções inéditas e desenvolver habilidades pessoais. “Este deve ser o principal motivo de estar em um espaço colaborativo: crescer a partir de interações, por isso é importante estar disponível”, conclui.

 

Para quem?
Antes de decidir usar um ambiente colaborativo, é preciso analisar se você se adapta ao modelo. “Caso a pessoa se incomode com outra falando do lado e não goste de se relacionar, o coworking não é para ela”, alerta a consultora Bruna Lofego. “Aqueles que demoram a se concentrar podem ter pior desempenho num ambiente com muita gente”, aponta o coach José Roberto Marques. Há ainda questões específicas do estabelecimento escolhido a serem analisadas, pois limitações físicas podem atrapalhar.


“Caso o profissional só se sinta bem numa mesa de 1,70m, não adianta ir para um espaço que só tenha esse tipo de móvel com 1,20m”, afirma Bruna Lofego. O visual e o clima do recinto também devem ser levados em conta. “Um advogado empresarial, com estilo corporativo e tradicional, não daria certo num ambiente mais despojado. Seria mais interessante optar por um espaço de coworking mais formal”, diz.


Aprender a compartilhar também é importante: por exemplo, o café feito na cafeteira tem que estar no gosto de todos e a impressora não pode ser monopolizada. “Se o trabalho do coworker requer um ritual de atendimento, com protocolos e registros, ter uma secretária comunitária pode ser uma dor de cabeça”, alerta José Roberto Marques.

 

Palavra de especialista

 

Sthepen Woods
 

O idealizador do formato

Meu desejo era trabalhar de forma autônoma, mas sem me desligar de uma estrutura de comunidade. O primeiro espaço do tipo foi o San Francisco Coworking Space, em São Francisco. No começo, aluguei uma sala por US$ 300 mensais, pegando dinheiro emprestado. Acho que o modelo se popularizou porque eu incentivava os visitantes a reproduzirem a ideia. Os melhores espaços combinam a interação entre pessoas com as grandes facilidades necessárias para se concentrar no trabalho.

Brad Neuberg, criador do Koworking, cientista da computação pela Universidade Columbia. Atualmente, trabalha como engenheiro de Software chefe na Dropbox

 

Comunidades do DF

Conheça alguns dos espaços de trabalho colaborativo da capital federal

 

Pioneiro em Brasília

 

Marcelo Ferreira
 

“O coworking é a solução para cidades sustentáveis e humanas. É a saída para vários problemas sociais e de locomoção. Nesses espaços, as pessoas trocam ideias, fazem negócios e idealizam juntas uma nova Brasília e até um novo país”, analisa Cristiane Pereira, 42 anos, responsável pela abertura do primeiro ambiente de trabalho colaborativo do DF e o terceiro do país: o Multiplicidade. Ela começou o negócio com a irmã Crislene Pereira, 35, e o amigo Alexandre Nasiasene, 47, em 2011.


“Quando a gente concebeu o projeto, tínhamos um grande desafio. Queríamos fazer com que as pessoas entendessem que o ambiente de colaboração era muito mais legal de trabalhar”, conta. O Multiplicidade mudou de local três vezes e se encontra agora na 702 Sul. De uma sala de 80 m², passou a ter 400m², atendendo 65 clientes fixos e cerca de 20 ocasionais. O coworker Thiago Arruda, 28, que trabalha com software e desenvolvimento web para a empresa Prysm, frequenta o Multiplicidade há aproximadamente três meses. “Antes eu trabalhava só em casa. Alguns pontos melhoraram ao vir para cá: concentração e foco. A questão social também é interessante”, comenta.

 

Com cara de casa

 

Gabriela Studart

No espaço de coworking Nave Terra, profissionais brasileiros e estrangeiros, vindos de Alemanha, Suíça, Escócia, Argentina, Holanda e França, convivem em harmonia. O local parece uma casa, o que, segundo o proprietário Ronaldo Weigand Júnior, 50, o torna aconchegante e ajuda a construir uma comunidade. “Para profissionais mais modernos ou com perfil corporativo, nosso ambiente não se encaixa. Mas ele é charmoso e inspirador, além de ficar perto do Parque Olhos d’Água”, comenta.


O agrônomo abriu o espaço em 2013, mas a semente para o projeto é mais antiga. “Em 2000, eu fazia doutorado em antropologia e trabalhava num café nos Estados Unidos e pensava em como seria legal ter um lugar despojado com pessoas trabalhando juntas, mas não levei a ideia para frente”, lembra. Em 2007, quando o movimento de coworking tinha começado, Ronaldo fundou uma empresa de consultoria em meio ambiente e pensou em compartilhar o espaço alugado a fim de diminuir custos. A partir disso, surgiu a Nave Terra.


“Eu me dou melhor quando estou com outros. Eu tenho esse negócio pela experiência de compartilhamento e pela divisão de gastos, não tenho lucro”, afirma. “A crise teve um impacto positivo com relação à procura. Tem muita gente que deixa de abrir um escritório, mas precisa de um lugar para trabalhar e vem aqui”, conta. É o caso de Diego de Paula, 34, animador 3D que trabalha ali há um ano. “Alugar uma sala seria muito oneroso. O coworking sai mais barato e ainda tem a vantagem de me possibilitar conhecer pessoas. Depois que vim para cá, minha produtividade só aumentou”, afirma. A profissão dele requer concentração, por isso Diego quis fugir do home office, em que havia muitas interrupções. “Além de ser perto da minha casa, é um ambiente pessoal e pequeno. Quando preciso ficar a mais, posso ficar com a chave, para trabalhar à noite e em alguns fins de semana, o que facilita minha vida.” diz.

 

Aberto e gratuito

 

Ana Morena
 

O Espaço Criativo 360º Coworking foi criado pelo Alameda Shopping há pouco mais de três meses, com um diferencial: é de graça. “Víamos consumidores trabalhando ou estudando na praça de alimentação ou nos bancos do shopping e percebemos essa necessidade. Hoje, muitas empresas apostam no trabalho remoto”, explica Bruno Prudente, gerente de Marketing da instituição.


“Temos recebido muitos elogios e agradecimentos. Em média, tem de 15 a 20 pessoas presentes ali o tempo todo. Quando o shopping está fechado, lojistas também utilizam a sala para reuniões”, conta Bruno. João César dos Santos, 20, trabalha na empresa Ótica em Minha Casa, vendendo armações de óculos em domicílio, e conheceu o espaço por acaso, quando procurava uma tomada para carregar o celular. Desde então, virou um frequentador assíduo. “Estou curtindo muito. Uso o lugar para conversar com clientes. O fato de outras pessoas estarem ali me deixa mais concentrado e à vontade”, percebe. Ele gosta tanto de lá que pretende estuda para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) no local. O objetivo é  ganhar uma bolsa de estudos para gastronomia.

 

COMUNIDADES DO DF »

 

Celeiro de negócios

 

 

Carlos Vieira
 

Conheça alguns dos espaços de trabalho colaborativo da capital federal

 

A maior preocupação do advogado Fernando Santiago, 35 anos, sócio fundador da +55Lab (antiga 4Legal), é fazer do espaço um grande ponto de encontro de negócios. A empresa tem dois endereços diferentes para se ajustar às necessidades dos coworkers: um com perfil executivo (na Asa Sul), com sala de reunião e ambientes privativos; e outro mais despojado (numa casa no Lago Sul). Uma loja colaborativa será inaugurada em julho. Uma preocupação é promover interação interna. “Nós estimulamos a troca de informação entre as empresas que estão lá”, diz. Durante a crise, em que mais pessoas têm apostado em trabalhar por conta própria, o espaço tem ganhado cada vez mais clientes. O advogado conheceu o coworking quando morava em São Paulo e precisava de um local para passar o dia após se encontrar com um cliente. “Como sou da área jurídica, pensei em criar um ambiente destinado a advogados”, lembra. O empresário idealizou o projeto, arrecadou dinheiro e abriu as portas em 2014.


“A capital federal é estratégica para o público-alvo. Fui um dos primeiros a apostar no modelo aqui, mas tive que ‘educar’ os usuários, mostrando que quem está na mesma sala não é um competidor, mas um contato profissional”, revela. Depois de dois anos, Fernando resolveu ampliar o foco da empresa e mudou até o nome do negócio, que, hoje, atende trabalhadores de todos os ramos. Entre os clientes satisfeitos está o administrador Milton Camargo, 26, responsável pelo projeto Capital Empreendedora. “Convivo com advogados, empresas de tecnologias, agências de turismo, produtoras, assessorias de empresa... A junção dessa galera toda deixa tudo muito legal”, diz. As maiores vantagens que o cuiabano enxerga no modelo são o networking, o clima de comunidade e a redução de custos. “O 55Lab tem a cultura do coworking mesmo: há muita interação entre os coworkers”, afirma ele, que está no espaço há cerca de um ano. No começo, Milton alugava estações de trabalho, mas precisou migrar para uma sala privativa quando a equipe dele cresceu.

 

Para não trabalhar sozinha

 

Gabriela Studart
 

A arquiteta Lívia Meirelles, 33, tinha um escritório e sentia falta de ter outras pessoas ao redor dela enquanto trabalhava. Foi dessa necessidade que surgiu o BrasIlha. “Aqui, desenvolvo meus trabalhos e convivo com gente de outras áreas e conhecimentos”, conta. “Em 2014, dei o primeiro passo. Pesquisei sobre espaços de coworking aqui e em outros países. Comecei com a ideia de alugar apenas para arquitetos, mas, depois, abri para profissionais de outras áreas. Hoje, recebo publicitários, advogados e até funcionários públicos”, conta. A sala, com decoração moderna, tem oito estações de trabalho e uma área de reunião. As facilidades inclusas são secretária, impressora, espaço de convivência, café e água gratuitos e frigobar. Além disso, o negócio funciona como endereço fiscal dos usuários.


“O DNA do BrasIlha é a interação com outras pessoas, prezamos por promover relacionamentos”, conta. A personal stylist Renata Meirelles, 25, viu no coworking a oportunidade de criar a própria consultoria sem ter custos além do que podia assumir. “Eu não teria conseguido se tivesse que arcar com os gastos de ter uma sala própria no início do negócio”, revela. Quando recebe algum cliente, Renata usa a sala de reunião. “A produtividade num espaço desses é bem maior: você vê outras pessoas produzindo e não desvia o foco. Ainda dá para conhecer gente, tomar café, conversar, o que é bem agradável. É bom ter profissionais de outras áreas por perto para ajudar com algo que você não sabe muito bem”, analisa.

 

Escritório e câmara fria

 

Gabriela Studart
 

“A Vai Bem, minha empresa de picolés e sorvetes artesanais, estava crescendo e o lugar que locávamos não dava mais conta do nosso estoque. Queríamos expandir sem muitos gastos”, lembra Filipe Janiques, 27. Ele encontrou a solução no espaço de coworking The Brain, que oferece baias individuais de trabalho com contratos anuais e rotativos, salas de reunião, salas privativas, atendimento telefônico, espaço de convivência (com bar e sinuca) e uma funcionalidade interessante para profissionais do mercado de bebida e gastronomia: estocagem refrigerada. “A câmara foi um ponto importante, pois exige um investimento alto e energia adequada ao maquinário. O escritório também me satisfaz, hoje todo o meu pessoal está lá: administrativo, financeiro, comercial e fabril”, conta ele, que aproveitou o espaço de convivência para promover confraternizações com cliente e funcionários. “O mais importante é o relacionamento que temos lá dentro. Muitas parcerias têm surgido assim.”


O The Brain foi aberto há três meses. “O sócio majoritário mora em Miami e é dono de marcas de bebidas. Ele sentiu na pele a falta que faz ter um local que possa servir de escritório e estoque”, revela Guilherme Galvão, gestor comercial do espaço. A proposta é ser um ambiente adequado para todo tipo de trabalho. “Temos bar e sinuca, mas também salas separadas; o que permite que os empreendedores possam fechar um negócio tranquilamente bebendo no bar ou de terno em um espaço fechado, de maneira mais formal”, comenta. O estabelecimento também organiza eventos no local para clientes e  público externo. “Transmitimos jogos da Seleção, fizemos um campeonato de videogame que teve 50 inscritos, além de uma série de palestras para promover o empreendedorismo. Nós tentamos manter os coworkers conectados, além de atrair quem ainda não nos conhece”, conclui.

 

Café com trabalho

 

Ana Rayssa
 

Após morar nos Estados Unidos e na Austrália, o engenheiro eletricista Fábio Marques, 31, decidiu mudar de área e virou chef de cozinha. Hoje, é dono do Vanilla Café, bistrô e espaço de coworking. O serviço pode ser cobrado por hora ou por dia  (que inclui almoço). Todas oferecem café expresso ou cappuccino à vontade.Ser um ambiente colaborativo não era a prioridade do negócio, mas, hoje, é algo levado tão a sério que Fábio transformou o escritório da empresa numa sala de reuniões. No futuro, ele planeja abrir outro espaço, voltado apenas ao coworking.


“Quero um lugar maior, em que as pessoas possam se concentrar sem interferências”, diz. A maior parte dos frequentadores são revendedores de produtos de beleza e coaches. Leandro Pereira, 37, coordena a Master Quest, empresa especializada em alta gastronomia que tem sede no Lago Sul, mesmo assim, utiliza o espaço colaborativo do Vanilla para reuniões. “Deixei de lado o escritório físico para me conectar com outras pessoas num espaço mais centralizado”, explica. “Uma grande vantagem é que você tem um cardápio à disposição e a liberdade de escolher o que vai consumir quando quiser. Normalmente, eu vou e pego o day use (modalidade em que se pode passar o dia inteiro no espaço e receber o almoço)”, diz.

 

Colaboração no meio acadêmico

 

Gabriela Studart
 

Depois de observar como a tendência do coworking tem se espalhado por Brasília e pensando em como estimular o empreendedorismo entre alunos, o coordenador do curso de administração do câmpus da Asa Norte do Centro Universitário Iesb, Fernando Dantas, projetou o IesbLab. Trata-se de um ambiente colaborativo para alunos, ex-alunos, professores e parceiros. Aberto em agosto de 2016, o local atende 18 empresas e conta com a visita diária de aproximadamente 200 pessoas. “Não esperávamos que a adesão seria tão grande. Tem tido até fila de espera. Cada hora tem um público diferente trabalhando”, revela. O engenheiro da computação Bruno Almeida, 29, ex-aluno da instituição, e o sócio, o engenheiro mecatrônico pela Universidade de Brasília (UnB) Gabriel dos Santos, 33, mantêm duas empresas no espaço: a SL forense, de segurança cibernética, e a Analivery, que monitora entregas de refeições de restaurantes. “A gente tinha um espaço pequeno com um custo mais alto do que podia pagar. Além da redução dos custos, outras vantagens são ter acesso a estruturas que não teríamos no escritório, como sala de reunião, secretária e o contato com outras empresas. Dá pra testar um produto muito rápido e isso é muito bom”, explica Bruno. “A única desvantagem que eu vejo está na falta de privacidade quando você precisa criar algo mais confidencial, mas é algo difícil de acontecer”, aponta.

 

Confira a lista de espaços de coworking em Brasília

 

Acesse também informações completas sobre endereços, contatos e preços de espaços de trabalho compartilhado no DF

 

 

Espaço Multiplicidade de Coworking - Escritório Colaborativo

Onde: SCRN 702/3, Bloco G, Lojas 46/47, Asa Norte Preço: a partir de R$ 2,50/hora

Informações: www.espacomultiplicidade.com.br / 3202-8270

 

55Lab

Onde: Lago Sul, QN 9; Setor de Autarquias Sul, Quadra 4, Sala 725, Bloco A, Edifício Victória Office Tower; e na 315 Sul, Bloco D, Loja 23 Preço: pacotes a partir de R$ 49/mês

Informações: www.55lab.co / 3217-6800

 

Nave Terra

Onde: SCLN 215, Bloco B, Sala 202 Preço: R$ 300 (mesa compartilhada/mês), R$ 440 (mesa individual/mês)

Informações: facebook.com/naveterracoworking / 9-8166-6074

 

BrasIlha

Onde: EQS 114/115 Sul, Edifício CasaBlanca, Loja 12, Asa Sul Preço: R$ 120 (diária) e R$ 800 (estação de trabalho mensal). Sala de reunião: R$ 45/hora para até cinco pessoas Endereço fiscal (quando uma pessoa abre uma empresa e não tem um local físico, o coworking ofereceu o endereço deles para registro): R$ 300

Informações: cobrasilha.com.br / 3345-2526

 

 

The Brain

Onde: Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN), Quadra 2, Lotes 420 a 440 Preço: Baias de serviço (estações): R$ 1.200 mensais ou R$ 15/hora Salas de pequeno a grande porte: R$ 4.700 a R$ 8.000 Sala de reunião: R$ 35 a R$ 70/hora de acordo com o tamanho da sala.

Informações: www.thebraincoworking.com.br / 3771-2400

 

 

Espaço Criativo 360º Coworking

Onde: Alameda Shopping, Praça dos Guarda-Chuvas, Taguatinga Sul Preço: gratuito

Informações: www.alameda.com.br/coworking-alameda / 3352-1234

 

 

Co-Piloto

Onde: SCLS 306, Bloco A, Lojas 30-34, Sobreloja e Subsolo Preço: a partir de R$ 60/ dia

Informações: co-piloto.me / 3256 9003

 

 

Vanilla - Cafeteria e Brigaderia

Onde: AOS 4/5, Bloco D, Loja 33, Octogonal Preço: a partir de R$ 14,97/hora

Informações: coworkingbrasil.org/spaces/vanilla-cafe / 3526 - 4511

 

Open Coworking

Onde: SHN, Qd. 1, Bl. A, Sl. 1414, Ed. Le Quartier Bureau, Asa Norte Preço: a partir de R$ 60/dia

Informações: opencoworking.com.br / 3255-1200

 

Smart Escritórios Inteligentes

Onde:SCRS 502, Bloco C, Loja 37, Asa Sul Preço: não informado

Informações: www.smartei.com.br/ 3221-1000

 

brOffices escritórios

Onde: SBS, Quadra 2, Bloco E, Sala 206, Edifício Prime, Asa Sul Preço: não informado

Informações: www.broffices.com.br / 0800-656-5656

 

CoworkCenter

Onde: Avenida Pau Brasil, Lote 6, Sala 407, Edifício E-Business, Águas Claras Preço: a partir de R$ 190/mês

Informações: www.aguasclarasoffice.com / 4103-3918

 

Thook

Onde: CLN 211, Bloco A, Subsolo 16/18, Brasília/DF Preço: Salas: de R$ 25 a R$ 30/hora e R$ 200 a R$ 240/dia. Auditório: de R$ 55 a R$ 80/hora e R$ 440 a R$ 640/dia

Informações: www.thook.com.br/ 3551-4009

 

 

Fab Lab 

Onde: CLN 305, Bloco B, Subsolo, Asa Norte Preço: R$ 30/dia, de R$ 60 a R$ 340/mês

Informações: www.brasiliafablab.com.br / 3034-7073

 

Regus

Onde: SCS, Quadra 9, Bloco C, Torre C, 1001, 10º andar, Parque da Cidade Corporate Preço: a partir de R$ 31/dia Informações: www.regus.com.br/coworking-space / 0800-707-3487

 

Vila Birô

Onde: Av. Central, 26, Acampamento Pacheco Fernandes, Vila Planalto Preço: R$ 39/dia, R$ 99 a R$ 419/mês

Informações: beerorcoffee.com/coworking/space/vila-biro--brasilia

 

Virtual Escritórios

Onde: Rua das Figueiras, Quadra 101, Lote 7, Sala 1506, Edifício Vista Shopping, Águas Claras e SHIN CA 11, Lote 5, Ed. Le Office, Salas 206 a 211, Lago Norte, Preço: a partir de R$ 99/mês

Informações:www.vistaoffices.com.br / 3247-0700

 

Jungle (específico para desenvolvedores de jogos digitais)

Onde: SHA, Conjunto 5, Chácara 139, Arniqueiras, Águas Claras Preço: a partir de R$ 250/mês

Informações: thejungle.com.br / 98265-4582

 

Cyber Office

Onde: SCN, Quadra 2, Bloco D, Loja 310, 1º Pavimento, Shopping Liberty Mall Preço: não informado

Informações: www.cyberofficebsb.com.br/ 3031-6500

 

Divide Comigo

Onde: Seps, Quadra 707/907, Conjunto E, Edifício San Marino, Sala 125 Preço: R$ 39/dia e a partir de R$ 99/mês Informações: www.beerorcoffee.com/coworking/space/divide-coming--brasilia

 

 

ON - Business Office 

Onde: SIG, Qd. 1, Ed. Barão do Rio Branco, Sala 123, 1° andar Preço: a partir de R$ 169,90/mês

Informações: www.onbusinessoffice.com.br / 3203-9020

 

 

 

 

*Estagiárias sob supervisão de Ana Paula Lisboa