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Estudantes pesquisam a distribuição de água em Brasília e na Nova Zelândia

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postado em 15/08/2012 20:16 / atualizado em 15/08/2012 20:26

Resultado de dois meses de estudos em Wellington, capital da Nova Zelândia, o projeto de 16 estudantes do ensino médio do Colégio Marista poderá auxiliar na melhoria do tratamento e distribuição de água no Distrito Federal. A pesquisa foi baseado em comparações no sistema de água e esgoto das duas capitais e será apresentada no próximo sábado (18/8), durante o Ciclo de Seminários Birds de Intercâmbio Cultural, a partir das 9h no auditório da instituição, na 615 Sul.

Uma das principais conclusões apontadas pela pesquisa foi a igualdade de distribuição do recurso na capital neozelandesa. Os estudantes puderam verificar que questões socioecônomicas não interferem no sistema, e que não há diferença na quantidade e na qualidade da água que chega até os bairros centrais e periféricos. Agora, eles realizarão análises juntamente com a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) e a Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) para comparar os resultados de Wellington com os de Brasília.

Apesar de a viagem e a parte principal da pesquisa terem sido realizadas durante os meses de maio e junho deste ano, o grupo vem estudando o assunto desde 2011. Orientados pelo professor de geografia Nilson Ferreira Caetano e pelo de biologia Lúcio Bravin, os 16 estudantes prepararam o trabalho baseados na metodologia científica. Ao saberem da oportunidade de dois dos integrantes realizarem parte da pesquisa na Nova Zelândia, o grupo escolheu dois alunos para fazerem o intercâmbio acompanhados do professor Nilson Ferreira.

Hegly Lemos, 17 anos, foi uma das selecionadas para fazer participar da experiência com o apoio da Birds por apresentar um bom rendimento rendimento escolar. "Me interessei pelo projeto para poder já ter uma noção do tipo de pesquisa que é cobrado dentro das universidade. Foi uma experiência ótima, pois diferentemente de quando estamos na sala de aula, onde o professor passa o conteúdo para os alunos, no projeto, temos que procurar por todas as informações sozinhos", explica Hegly. A estudante ainda não decidiu para qual curso irá tentar no vestibular, mas diz que o resultado da pesquisa poderá auxiliar na escolha.

Além dos resultados do projeto, o Ciclo de Seminários Birds também irão abordar as diversas possibilidades de intercâmbio cultural. A participação no evento é gratuita e as inscrições podem ser feitas pelo site www.birdsintercambio.com.br.
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